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Evento realizado na FMUSP reuniu autoridades dos dois países   

Autoridades do Brasil e de Angola se reuniram nesta terça-feira (10 de março), no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), para a aula inaugural do Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil–Angola – Ciclo 2026. A iniciativa é uma das mais abrangentes ações de cooperação Sul-Sul entre os dois países voltadas ao fortalecimento do sistema público de saúde angolano por meio da qualificação de profissionais da área.   

Participaram da abertura o ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha; a ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta; o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro; o diretor da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Ruy Pereira; e o vice-diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Prof. Paulo Pego, entre outras autoridades.   

O ministro da Saúde do Brasil apresentou a palestra “SUS soberano”, enquanto a ministra angolana abordou o tema “Serviço Nacional de Saúde: situação atual e perspectivas futuras”. A programação incluiu ainda depoimentos de preceptores, tutores, estudantes e egressos de ciclos anteriores do programa, que compartilharam experiências e os impactos da formação em suas trajetórias profissionais.   

“É uma grande satisfação para a Faculdade de Medicina da USP receber novamente os profissionais de Angola e contribuir para a sua formação. Acreditamos profundamente no valor da cooperação entre países e no potencial transformador da educação e do intercâmbio de conhecimento. Temos orgulho de participar de uma iniciativa que fortalece o sistema de saúde angolano e, ao mesmo tempo, promove aprendizado e troca de experiências entre nossos profissionais”, afirmou o Prof. Dr. Paulo Pego.   

Assinado em abril de 2024, o Programa Brasil–Angola visa fortalecer o Sistema Nacional de Saúde de Angola por meio da capacitação de profissionais em instituições de excelência no Brasil. Em 2026, 771 profissionais angolanos iniciarão formação em 66 instituições públicas brasileiras, somando-se aos 551 atualmente em treinamento e aos 232 já formados que retornaram a Angola.   

A iniciativa consolida-se como um importante modelo de cooperação em saúde entre países do Sul Global, promovendo intercâmbio de conhecimentos e contribuindo para o fortalecimento dos sistemas públicos de saúde.

Assessoria de Comunicação e Imprensa

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