Agência Brasil - USP: pesquisa de vacina contra zika avança em testes com camundongos | Agência Brasil
Veja - Nova vacina contra zika vírus é bem-sucedida em testes | VEJA
Folha de SP - Vacina contra zika vírus mostra resultados promissores - 10/07/2025 - Equilíbrio e Saúde - Folha
CNN - Vacina contra vírus zika mostra resultados promissores em testes | CNN Brasil
Super interessante - Vacina brasileira contra zika tem bons resultados em testes com camundongos | Super
Agência SP - Vacina produzida pela USP contra o vírus zika mostra resultados promissores em testes com camundongos - Agência SP
Jornal da USP - Nova vacina contra vírus zika mostra resultados promissores em testes com animais – Jornal da USP
Artigo publicado: Nature Articles - A VLPs based vaccine protects against Zika virus infection and prevents cerebral and testicular damage | npj Vaccines
Microrganismo difícil de tratar causa micose de pele com lesões extensas que tendem a se espalhar, e foi identificado em conjunto por pesquisadores da USP e da Santa Casa de São Paulo.
Publicado: 24/03/2025
Texto: Luiza Caires
Imagine contrair uma micose que, a princípio, se mostra de menor importância, mas se espalha por várias partes do corpo em lesões extensas, ardidas e inflamadas. E que após meses de tratamento com diferentes medicamentos, continua voltando. Nos últimos dez anos, um fungo que causa uma micose assim, difícil de tratar, levou a grandes surtos de infecções graves em todo o mundo. No Brasil, o microrganismo foi identificado pela primeira vez em 2023 em um brasileiro após retornar de viagem para Londres, Inglaterra.
“Até então, a gente não tinha isolado esse fungo no Brasil. O Trichophyton indotineae causa uma infecção cutânea e é resistente ao tratamento convencional, o ‘padrão ouro’, que é a terbinafina”, explica Gil Benard, coordenador do Laboratório de Micologia Médica do Instituto de Medicina Tropical (IMT)/Departamento de Dermatologia da USP. O grupo publicou recentemente a descoberta em artigo na revista Anais Brasileiros de Dermatologia.
É provável que os poucos casos relatados até o momento na América do Sul se devam principalmente à identificação incorreta e subnotificação. “É necessário o sequenciamento genético e a identificação do gene de resistência. Se você olhar só no microscópio, pode verificar apenas que é um dermatófito [fungo que infecta a pele], mas não saberá a espécie”, diz Gil Benard.
Veja em: https://jornal.usp.br/ciencias/primeiro-caso-de-fungo-resistente-que-causa-micose-extensa-foi-identificado-no-brasil/
Pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical publicaram artigo descrevendo o primeiro caso no Brasil Trichophyton indotineae, ocorrido em 2023 – Foto: The University of Adelaide.
O estudo já trouxe resultados práticos que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida de quem vive com a doença.
Veja!
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/de-onde-vira-a-proxima-pandemia-de-qualquer-lugar/
.Potencial pandêmico: vírus podem se aproveitar de mudanças climáticas, carência de saneamento e monitoramento e globalização (Thinkstock/VEJA/VEJA).
Maria Cássia Jacintho Mendes-Corrêa e Momtchilo Russo falam sobre a vacina desenvolvida em conjunto com institutos da USP, Universidade Federal do Rio de Janeiro e órgãos externos, como a Fiocruz.
Publicado: 06/12/2023Por Redação Arte: Gabriela Varão
Em conjunto, o Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da USP, o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) participaram da criação e teste da primeira vacina nasal para coronavírus do País.Pesquisadora do IMT FMUSP - Dra. Camila Malta romano - Imagem: newslab.com.br
Prêmio Inspiradoras: Jaqueline Goes é finalista na categoria Mulheres na Ciências
Imagem: Mariana Pekin/UOL
Jorge Simão Casseb diz que é “um tratamento eficiente que custa muito caro, mas que do ponto de vista de saúde pública e individualmente funciona”
Texto: Redação - Jornal da USP
Arte: Simone Gomes
Um paciente suíço teve a remissão do vírus do HIV após a realização de um transplante de medula óssea para o tratamento de uma grave leucemia. O paciente de Genebra, apelido atribuído ao indivíduo, pode ser a sexta pessoa a ser efetivamente curada do vírus da imunodeficiência humana. A comunicação foi feita durante a Conferência IAS sobre Ciência do HIV, ocorrida neste mês, na Alemanha.
Jorge Simão Casseb, professor e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo, explica que a continuidade do tratamento segue sendo um dos caminhos essenciais para a remissão da doença.Human Immunodeficiency Virus (HIV-1) – Foto: Wikipédia
Pelo Youtube, no canal: https://www.youtube.com/watch?v=GHd9UBFAuN8
Responsável:
Emmanuel Fernandes Santos
Produtor da Boa Vontade TV | Rio de Janeiro/RJ
Legião da Boa Vontade | www.lbv.org
Edição: SCAPI IMT FMUSP
Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP.
https://www.fm.usp.br/imt/portal/
Veja a entrevista!
“Nós contribuímos com o desenvolvimento do protocolo de sequenciamento genético e com a analise dos dados”, afirma a professora Ester Sabino, do
Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que está entre os autores do artigo. “A epidemia de chikungunya no Brasil está evoluindo de forma muito diferente do que aconteceu na América Latina, e a pesquisa busca descrever em detalhes como isso está acontecendo”. Souza acrescenta que “por exemplo, surtos em países na América Central foram explosivos, infectaram a maioria da população em um curto espaço de tempo, mas no Brasil persistem por mais de dez anos.”
Ester Sabino - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Entrevista de Pâmela S. Andrade para a BAND TV
Entrevista concedida para a BAND TV, no dia 17 de fevereiro de 2023, por Pâmela dos Santos Andrade, doutoranda na Faculdade de Saúde Pública.
Participa do grupo CADDE (Brazil-UK Centre for (Arbo)virus Discovery, Diagnosis, Genomics and Epidemiology). Atua na área da saúde com ênfase em de entomologia médica, arbovirus, biologia molecular e SARS-CoV-2. Atua na equipe da Dra. Ester Sabino, do Laboratório de Genética Aplicada às Doenças Infecciosas, do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da USP.
A aluna falou sobre a presença da mulher nas pesquisas científicas nacionais.
Este vídeo é um corte resumido do Jornal da BAND.
Entrevistadora: Olívia Freitas Monsanto - Repórter.
Edição SCAPI IMT.
Veja a entrevista em:
Após a Covid, estamos mais preparados para enfrentar pandemias?
Crise sanitária global deixou, além de perdas irreparáveis, heranças de enfrentamento a emergências de saúde. Especialistas avaliam cenário.
Dois meses após o fim do período de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) relativo à Covid-19 no Brasil, o país enfrenta nova emergência de saúde: o surto de varíola dos macacos. A sociedade que lida com a crise sanitária, no entanto, não é a mesma de dois anos atrás.
A pandemia de Covid, que permanece como um problema impulsionado por novas cepas, foi um evento sem precedentes para as atuais gerações. As pessoas foram apresentadas ao uso contínuo de máscaras e à lógica do distanciamento. A necessidade da higiene acabou reforçada, bem como a necessidade da atenção à saúde mental.
[...] Mundo está mais propensoO virologista José Eduardo Levi, professor do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP), aponta avanços registrados em termos de vigilância, da valorização das vacinas e do sistema público de saúde. O desenvolvimento de um imunizante também ocorreu com uma rapidez sem precedentes.
Veja a matéria completa em: Após a Covid, estamos mais preparados para enfrentar pandemias? (metropoles.com)
Imagem: Aline Massuca/ Metrópoles
A História das Pandemias
ORIGENS [TEMP 10 - EP 01]
Apesar da enorme e inimaginável perda de vidas e meios de subsistência que muitos sofreram durante a pandemia, este cenário não é algo novo. Neste episódio iremos dar um passo atrás para refletir sobre as pandemias do passado e as lições que aprendemos ao longo da história.
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Entrevista do Dr. José Eduardo Levi para o programa Origens NT, da TV Novo Tempo
4.050 visualizações 30 de jun. de 2022.
Casos de agressões e envenenamentos a Macacos surgem no Brasil
Participação do Prof. Dr. Expedito Luna, pesquisador do Laboratório de Epidemiologia do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, no programa: "Rede TV News", da Rede TV - SP, para falar sobre envenenamento de macacos, pela população local, decorrente do crescimento da "Monkeypox" no Brasil e da falta de informação em relação à esta doença.
Entrevista do Prof. Expedito Luna para a RedeTVNews
Empresas privadas, centros acadêmicos, e diferentes países estão se unindo para identificar ameaças emergentes à saúde - por Alice Park
Trata-se de uma cooperação internacional chamada Abbott Coalition, que tem como objetivo a investigação de novos patógenos. Com vários participantes no mundo, no Brasil, tem como o principal investigador o Prof. Esper Kallás, pelo Instituto de Medicina Tropical e Faculdade de Medicina da USP, com colaboração das Profa. Maria Cássia Mendes-Correa e Profa. Silvia Figueiredo Costa.
A iminência de novas pandemias a nível global é uma possibilidade aventada por diferentes especialistas.
Na ausência de uma resposta global coordenada, vários grupos de pesquisa têm se organizado para estabelecer uma vigilância ordenada de novos patógenos.
A Abbott Coalition é uma dessas importantes iniciativas. Pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo em colaboração com outros países e com financiamento da Abbott participam de um enorme esforço para identificação de patógenos emergentes.
Trata-se de uma iniciativa de enorme impacto na saúde pública e que deverá contribuir também para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países envolvidos.
Novo método pode facilitar e diminuir custos do diagnóstico de superbactérias
O método consiste na utilização de aptâmeros, que são moléculas de DNA e RNA que se ligam a alvos específicos, funcionando como um “guia” no diagnóstico e tratamento das enfermidades causadas pelas superbactérias.
“A resistência das superbactérias é uma preocupação mundial”, diz Mariana Farrel Côrtes, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da USP, ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, aludindo ao desenvolvimento de pesquisa que pode facilitar o diagnóstico delas e que envolve moléculas chamadas aptâmeros, num trabalho que está se revelando um potencial aliado em termos de otimização do custo e benefício das técnicas já existentes.
A resistência das superbactérias em relação a todos – ou quase todos – os antibióticos dificultam muito o tratamento das infecções causadas por elas, deixando os clínicos sem escolha para poder tratar as pessoas infectadas. A pesquisadora explica que existe um grupo de bactérias mais frequente em infecções e mais resistente, por causa da possibilidade de troca: “Se as bactérias estão em um mesmo ambiente, elas podem receber o mecanismo de resistência de uma outra bactéria”. Esses mecanismos de resistência são motivados por fatores genéticos.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/novo-metodo-pode-facilitar-e-diminuir-custos-do-diagnostico-de-superbacterias/
Mariana Farrel Côrtes – Foto: ResearchGate
Link relacionado:Superbactérias: brasileiros descobrem técnica que agiliza e barateia diagnóstico (futurehealth.cc)
4ª Dose da vacina e protocolo da COVID-19
Carol Ianelli – G1 -08/07/2022
Entrevista concedida ao Jornal SP 1 – Rede Globo – pela Dra. Ester C. Sabino, Laboratório de Genética Aplicada do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP, sobre a imunização contra a COVID-19, suas novas variantes e a reinfecção de pessoas na cidade de São Paulo. Os sintomas da infecção podem mudar conforme nova variante, já que a imunidade começa a diminuir após 4 ou 6 meses da última aplicação da vacina. Outra dúvida levantada foi a duração do isolamento após infecção pela COVID-19.
Profa. Dra. Ester C. Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP (imagem G1- Rede Globo).
Brasil registra primeiros casos de transmissão comunitária da varíola do macaco
Carla Canteras, do R7 - 24 de junho de 2022
Segundo Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, dois novos infectados não viajaram nem tiveram contato com viajantes; especialistas ressaltam importância de investigação.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro confirmou nesta quinta-feira (23) dois novos casos de varíola do macaco na cidade, sendo que nenhum dos contaminados têm histórico de viagem aos países onde a doença está circulando nem contato com viajantes, o que significa que o Brasil passou a ter a transmissão comunitária da doença.
"Como eles não têm contato com ninguém que foi viajar também, isso é importante. Quando a origem da doença é desconhecida significa transmissão comunitária. Como são só dois casos, é claro que pode aparecer esse contactante que foi viajar ou não. Mas, independentemente disso, já se assume, sim, que é uma transmissão comunitária", afirma a virologista Camila Malta, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e do Instituto de Medicina Tropical.
Veja esta matéria em: https://noticias.r7.com/saude/brasil-registra-primeiros-casos-de-transmissao-comunitaria-da-variola-do-macaco-24062022
Com transmissão comunitária, número de casos pode aumentar muito no Brasil - REPRODUÇÃO UKHSA
20 de junho de 2022
Causador da febre hemorrágica brasileira, vírus sabiá (SABV) contabiliza quatro infecções na zona rural de São Paulo. Pesquisas contam com a participação do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e do Hospital das Clínicas (HC).
Cantor
foi diagnosticado com síndrome de Ramsay Hunt; vírus também causa catapora e
herpes zóster.
MALU MÕES - 20.jun.2022
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Sequenciamento do genoma do vírus da varíola do macaco ajuda a compreender suas mutações
Publicado: 13/06/2022De acordo com Camila Malta Romano, o sequenciamento genético é pertinente para saber as origens e as formas de transmissão do vírus, entre outros aspectos.
Pesquisadores do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE) concluíram em 18 horas o sequenciamento quase completo do genoma do vírus isolado do primeiro paciente com varíola dos macacos no Brasil. Camila Malta Romano, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas (HC) da USP e do Instituto de Medicina Tropical (IMT), fala, em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, sobre o sequenciamento genético ser importante para entender de onde surgiu o vírus, suas mutações, meios de transmissão e se ele está bem adaptado às vacinas.
“A gente já viu que esse vírus não é mais patogênico, porque o surto é extremamente maior. Já tem mais de 1.400 casos e nenhum óbito, então a gente já sabe que ele não é mais letal”, afirma a pesquisadora. “Mas mutações nos permitem identificar, por exemplo, se um vírus está mais bem-adaptado à transmissão humana. O vírus é pouco transmitido de humano para humano, então é possível que essas mutações tenham relação com aumento de capacidade do vírus se transmitir entre os humanos”, complementa.
Entrevista com o Prof. Dr. Celso Granato, pesquisador associado do Laboratório de Virologia, do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), para a TV Brasil - EBC - em 09/06/2022.
Assunto: "Varíola dos macacos".
Conheça a programação da sua TV Brasil: http://tvbrasil.ebc.com.br/
Trecho extraído do programa de 09/06/2022, edição do meio dia.
Prof. Celso Granato - Virologia IMT FMUSP. – 09/06/2022
Entrevista da pesquisadora Dra. Camila Malta Romano, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e do Instituto de Medicina Tropical, para a TV Cultura (Jornal da Cultura), em 01/06/2022.
Karyn Bravo recebe a infectologista Rosana Richtmann, do Instituto Emílio Ribas e do Grupo Santa Joana e o empresário Emerson Kapaz. Camila Malta, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e do Instituto de Medicina Tropical, fala sobre a varíola dos macacos. Veja o trecho do Jornal da Cultura onde a pesquisadora discorre sobre o assunto. Veja: https://youtu.be/p1JGqPufipM
A Dra. Camila Malta Romano, do IMT FMUSP, fala sobre a varíola dos macacos ao Jornal da Cultura – 01/06/2022.
Os primeiros resultados do sequenciamento genômico do vírus da varíola do macaco, que está sendo feito em Portugal, surpreenderam pesquisadores. Todos os resultados já processados apontam uma média de 50 mutações (polimorfismos de nucleotídeos), o que já é suficiente para diferenciar este vírus do surto anterior observado em 2018/2019 em países da África, em Israel, Singapura e no Reino Unido.
"Comparando o genoma de agora com os já disponíveis, ele é similar ao dos casos sequenciados de 2017 a 2019, na África, Israel e Reino Unido, mas tem cerca de 47 mutações em relação aos anteriores, o que é muito. Foi meio inesperado para esse tipo de vírus", afirma Camila Malta, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e do Instituto de Medicina Tropical.
Veja a matéria completa em: Cientistas descobrem 47 mutações no vírus da varíola do macaco que causa surto atual da doença - Notícias - R7 Saúde
Cientistas estudam vírus da varíola do macaco para descobrir por que transmissão está rápida - REPRODUÇÃO/REUTERS.
Um dos primeiros casos de varíola do macaco na Europa foi um jovem brasileiro, que hoje está internado, em isolamento, num hospital em Munique, no sul da Alemanha.O Fantástico conversou com exclusividade com o doutor Clemens Wendtner, que está tratando do brasileiro. Cientistas do mundo todo se perguntam como uma doença que tem circulação restrita em quatro países africanos está se espalhando.
Entrevista concedida, pelo Prof. Expedito Luna - IMT FMUSP, ao programa Fantástico da Rede Globo, sobre a varíola dos macacos - Edição de 29/05/2022 (a partir do minuto 3:57).
A Organização Mundial de Saúde está alertando que a transmissão do vírus da varíola do macaco na Europa pode ser mais rápida à medida que reuniões em massa, como festas e festivais, aumentam durante o verão. O Prof. Expedito José de Albuquerque Luna, pesquisador do Laboratório de Epidemiologia do IMT FMUSP, explicou quais são os riscos para a saúde.
A Organização Mundial de Saúde está alertando que a transmissão do vírus da varíola do macaco na Europa pode ser mais rápida à medida que reuniões em massa, como festas e festivais, aumentam durante o verão. O Prof. Expedito José de Albuquerque Luna, pesquisador do Laboratório de Epidemiologia do IMT FMUSP, explicou quais são os riscos para a saúde. Entrevista concedida à Record News, no dia 25/05/2022.
Posse da Profa. Dra. Ester Cerdeira Sabino, como novo membro da Academia Brasileira de Ciências - ABC. O evento aconteceu no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro, em 04 de maio de 2022.
Médica (1984), Doutora em Imunologia e Livre Docência em Clinica Medica pela Universidade de São Paulo.
Professora Associada do Departamento de Moléstias Infecciosas da FMUSP e bolsista de Produtividade 1B do CNPQ. Suas pesquisas são focadas em epidemias (HIV, arbovírus e SARS CoV-2 e segurança de transfusão sanguínea). Trabalha também com biomarcadores com foco em doença de Chagas, anemia falciforme e arboviroses.
Em 2021 recebeu Medalha Armando de Salles Oliveira concedida pela Universidade de Sao Paulo e recebeu o Prêmio Ester Sabino concedido pela Secretaria de Desenvolvimento e Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
Casos de dengue em 2022 já superam registros de todo ano passado
Entrevista concedida à Agência Radioweb, pelo Prof. Celso Granato, do laboratório de Virologia do IMT FMUSP - 03/05/2022.
Agência RadioWeb
Boletim USP-Covid: “Estamos num momento de imunidade coletiva bem alta”, diz pesquisadora
Momento é favorável ao retorno das aulas presenciais, afirma Ester Sabino, da Faculdade de Medicina da USP. Resta saber, porém, quanto tempo essa imunidade vai durar.
O quadro epidemiológico da pandemia está evoluindo de forma favorável para o retorno integral das atividades presenciais na Universidade de São Paulo (USP), marcado para ocorrer no próximo dia 14. Mais de 80% da população do Estado já completou seu esquema vacinal contra a covid-19; todos os indicadores negativos da pandemia — número de novos casos, óbitos e internações — estão em queda; e a tendência é que continuem a cair nas próximas semanas, segundo a professora Ester Sabino, da Faculdade de Medicina da USP.
“Acho que os números tendem a ser cada vez menores, mesmo com o aumento da mobilidade e com o início das aulas”, afirma a especialista, que integra a Comissão Assessora de Saúde da Universidade e foi a convidada do Boletim USP-Covid desta semana.
Ester Sabino | O Que Elas Querem |
Veja em: https://youtu.be/AqMgtnU0RGc
A pesquisadora Dra. Ester Sabino, do laboratório de genética aplicada, do IMT FMUSP, foi entrevistada no Flow Podcast # 15. A entrevistada falou sobre o 1º sequenciamento do genoma do coronavírus e outros assuntos da área científica.
Estudo vai avaliar impacto das vacinas na redução de casos de covid-19 em Ribeirão Preto
Estimativa é que cerca de 2.400 moradores sejam entrevistados por telefone e todos os voluntários serão mantidos em sigilo
Pesquisadores brasileiros vão avaliar a efetividade das vacinas contra covid-19 em Ribeirão Preto, ou seja, vão analisar como os imunizantes impactaram na quantidade dos casos da doença. O estudo é realizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e pelo Instituto de Medicina Tropical, ambos da USP; pelo Centro de Estudos Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão (Cealag); e pela Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto com financiamento do Magazine Luiza.
“A eficácia é calculada em estudos clínicos, comparando um grupo de voluntários que receberam a vacina com outro grupo que recebeu um placebo, em condições ideais. A efetividade, por sua vez, mostra se a vacina funciona bem ou não em condições reais fora de um estudo clínico, e só pode ser calculada após o início da vacinação da população”, explica o professor Edson Zangiacomi Martinez, da FMRP, e um dos coordenadores do trabalho na cidade.
Infecção por covid-19 não tem maior incidência em pessoas contaminadas pelo HIV
Jorge Simão Casseb diz que a preocupação maior da avaliação foi identificar pessoas que estão vivendo com HIV/AIDS e ver se tinham maior incidência de mortalidade e internação.
Um grupo de pacientes com HIV foi acompanhado em estudo no Hospital das Clínicas da USP para identificar o quão vulneráveis estavam para infecções do SARS-CoV-2, internações ou risco de óbito. Um questionário foi feito para avaliar a situação. De 450 pacientes ativos, entre 260 que responderam ao questionário, 39 pacientes (15%) apresentaram sintomas sugestivos e foram testados para infecção por SARS-CoV-2, e destes, 11 tiveram resultado positivo (32,4%) e um paciente morreu por complicações da covid-19.
O professor Jorge Simão Casseb, da Faculdade Medicina da USP e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) em retrovírus do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP, em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, explicou que, nesse período de pandemia, “a preocupação maior foi identificar pessoas que estão vivendo com HIV/AIDS, e ver se elas tinham maior incidência da doença [covid], mortalidade e internação”.
Decisão de países europeus em definir a covid como endemia deve ser vista com cautela
Para Expedito Luna, a endemia não é necessariamente uma coisa boa, porque podemos ter uma doença endêmica num nível muito alto
Jornal da USP no Ar 1ª edição / Rádio USP -- https://jornal.usp.br/?p=491734 - Publicado: 15/02/2022.
Os países da Europa passarão a tratar a covid-19 como uma endemia. França, Reino Unido, Espanha e Dinamarca decretaram o “fim da pandemia” em seus territórios após baixa na onda da variante ômicron, mas o anúncio levantou a questão de que isso não deve ser visto como algo muito positivo.
O professor Expedito Luna, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP, em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, explicou que a covid passaria a ser considerada uma doença que ocorre regularmente ao longo do tempo, o que seria a endemia, mas isso não significa algo positivo e sim de frequência. “Não é necessariamente uma coisa boa, porque podemos ter uma doença endêmica num nível muito alto, por exemplo, os casos de Aids no Brasil, nós temos 40 mil casos novos de Aids todos os anos no Brasil, é endêmico, mas não é bom.”
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/decisao-de-paises-europeus-em-definir-a-covid-como-endemia-deve-ser-vista-com-cautela/
IMT FMUSP NA MÍDIA - Baixa vacinação e avanço da ômicron no Brasil
Entrevista da Profa. Dra. Silvia Figueiredo Costa, pesquisadora do Laboratório de Bacteriologia do IMT FMUSP, concedida ao Jornal da Tarde, TV CULTURA, sobre as consequências da baixa vacinação e o avanço da ômicron no Brasil. Trecho extraído do programa. 07 de fevereiro de 2022
Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP - Laboratório de Genética Aplicada às Doenças Infecciosas - Área de Bacteriologia
Participação do Prof. Dr. Expedito J. A. Luna (IMT/FMUSP) para o JT da TV Cultura em 31/01/2022, sobre doenças negligenciadas no Brasil.
Entrevista concedida em 31/01/2022.
Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP - Laboratório de Virologia - Área de Epidemiologia.
O uso da biologia molecular para identificar assintomáticos da covid-19
Silvia Figueiredo Costa reforça que as crianças ainda não estão vacinadas e que é importante criar um sistema de vigilância de sintomas em escolas públicas - Post category:Atualidades / Ciências / Jornal da USP no Ar / Jornal da USP no Ar 1ª edição / Rádio USP - https://jornal.usp.br/?p=480183 - Publicado: 17/12/2021
Um estudo de testagem em assintomáticos foi realizado em uma escola pública de São Caetano por um grupo de pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Silvia Figueiredo Costa, do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, pesquisadora do IMT e coordenadora do estudo, explica quais foram as etapas do estudo ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição.
“A ideia do estudo foi ter um teste rápido e baseado em biologia molecular que pudesse ser realizado na saliva para usar como uma triagem de assintomáticos em locais como escolas públicas e Unidades Básicas de Saúde”, esclarece Silvia. O teste passou pela etapa de padronização e publicação como artigo científico que o identificou com excelente sensibilidade na detecção do vírus. Depois, ele foi aplicado em São Caetano, em parceria com o professor Fábio Leal, da Universidade Municipal de São Caetano, e a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, na escola Oscar Niemeyer. “Depois de validado, foi entregue um frasco para os funcionário e alunos para coletar a saliva no período da manhã e posteriormente entregar na escola. Esse processo era realizado uma vez por semana”, explica Silvia, ao lembrar que o teste era direcionado para aqueles que não apresentavam sintomas relacionados à covid-19.
Veja a entrevista em: O uso da biologia molecular para identificar assintomáticos da covid-19 – Jornal da USP
Testagem periódica para o coronavírus é essencial no controle da pandemia
Cássia Mendes Corrêa recomenda que todos que tiveram contato com alguém infectado deveriam estar isolados e procurar realizar o teste, pois a transmissão do vírus começa cerca de dois dias antes dos sintomas - Post category: Atualidades / Jornal da USP no Ar / Jornal da USP no Ar 1ª edição / Rádio USP - https://jornal.usp.br/?p=395278
09/03/2021 - Publicado há 9 meses Atualizado: 11/03/2021 as 19:16
Todos os que estão na linha de frente da atuação comunitária devem ser testados para o coronavírus de forma periódica, para que os infectados sejam isolados de suas atividades caso haja confirmação da infecção. Os testes para Sars-Cov-2 permitem a triagem das pessoas assintomáticas e a identificação dos sintomáticos. Existem também os testes sorológicos, que indicam se a pessoa teve contato com o vírus no passado. De modo geral, os testes não mudaram a sua essência, mas foram aprimorados com o tempo.
A professora Cássia Mendes Corrêa, do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina e diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP, explica ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição a importância dos testes para o controle da pandemia. Um dos testes mais populares, o PCR, é feito via swab nasal ou pela saliva e identifica a presença do vírus no momento presente, ou seja, aponta se a pessoa está ou não infectada pela covid. Caso seja necessário saber a variante, a cepa que está envolvida, o teste mundialmente realizado é o sequenciamento viral, uma técnica muito cara. “Um teste que foi desenvolvido no Instituto de Medicina Tropical por uma investigadora do nosso laboratório, Camila Romano, e aponta na hora se aquele é um vírus de uma variante de preocupação ou se é um vírus ancestral”, conta a professora. Ou seja, graças a esse avanço, é possível identificar a variante num único teste PCR.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/testagem-periodica-para-o-coronavirus-e-essencial-no-controle-da-pandemia/
Nomeação da Profa. Dra. Ester Cerdeira Sabino, para membro titular da Academia Brasileira de Ciências - ABC, na categoria: "Ciências da Saúde".
NOVOS MEMBROS DA ABC ELEITOS EM 2021
ATUAÇÃO DA ABC | 02 de dezembro de 2021
Após Assembleia Geral Ordinária realizada em 2/12/2021, a Diretoria da ABC divulgou o resultado das eleições para membros titulares, correspondentes e afiliados.Todos os eleitos tomam posse no dia 1o de janeiro. Os membros titulares e correspondentes receberão seus diplomas em maio de 2022, durante a Reunião Magna da ABC. Os membros afiliados terão suas cerimônias de posse associadas à simpósios científicos em cada região, para que apresentem suas pesquisas.
A Diretoria da ABC também já divulgou o cronograma eleitoral para 2022, disponível aqui no site da ABC. Fiquem atentos.
A ABC dá as boas-vindas aos novos membros, listados abaixo:
MEMBROS TITULARES
Ciências Matemáticas
• Robert David Morris (IMPA / RJ)
Ciências Físicas
• Débora Peres Menezes (UFSC)
• Marcelo Knobel (Unicamp)
Ciências Químicas
• Adriano Defini Andricopulo (USP)
• Liane Marcia Rossi (USP)
Ciências da Terra
• Fernando Flecha de Alkmim (UFOP)
Ciências Biológicas
• Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos (LNCC / RJ)
Ciências Biomédicas
• Fabrício Rodrigues dos Santos (UFMG)
• Thereza Christina Barja Fidalgo (UERJ)
Ciências da Saúde
• Ester Cerdeira Sabino (USP)
Ciências Agrárias
• Fatima Maria de Souza Moreira (UFLA)
Ciências Sociais
• Claudia Lee Williams Fonseca (UFRGS)
• Niéde Guidon (FUMDHAM / PI)
* Este ano, excepcionalmente, não houve eleitos na categoria de Membros Titulares para a área de Ciências da Engenharia.
MEMBROS CORRESPONDENTES
• Angela Villela Olinto (Ciências Físicas, UChicago)
• Thomas Lovejoy (Ciências Biológicas, George Mason University)
MEMBROS AFILIADOS
Região Norte
• Daniel Magnabosco Marra (Ciências da Terra, Inpa / AM)
• Giovana Anceski Bataglion (Ciências Químicas, UFAM)
• Horácio Antonio Braga Fernandes de Oliveira (Ciências da Engenharia, UFAM)
• Jeremias da Silva Leão (Ciências Matemáticas, UFAM)
• Jorge Rodrigues de Sousa (Ciências da Saúde, UEPA)
Região Nordeste e Espírito Santo
• Domingos Benício Oliveira Silva Cardoso (Ciências Biológicas, UFBA)
• Elisama Vieira dos Santos (Ciências Químicas, UFRN)
• Josiane Dantas Viana Barbosa (Ciências Biomédicas, SENAI / BA)
• Pedro Pedrosa Rebouças Filho (Ciências da Engenharia, IFCE)
• Rafael Chaves Souto Araujo (Ciências Físicas, UFRN)
Região Minas Gerais e Centro Oeste
O resultado será divulgado em breve.
Região Rio de Janeiro
• Carlos Eduardo Ganade (Ciências da Terra, CPRM)
• Gabriela Ribeiro Pereira (Ciências da Engenharia, UFRJ)
• Marcelo Trovó Lopes de Oliveira (Ciências Biomédicas, UFRJ)
• Simon Griffiths (Ciências Matemáticas, PUC)
• Thaiane Oliveira (Ciências Sociais, UFF)
Região São Paulo
• Ademir Pastor Ferreira (Ciências Matemáticas, Unicamp)
• Bruno Cogliati (Ciências Agrárias, USP)
• Diego Stéfani Teodoro Martinez (Ciências Químicas, CNPEM)
• Luiz Osório Silveira Leiria (Ciências Biomédicas, USP)
• Taícia Pacheco Fill (Ciências Químicas, Unicamp)
Região Sul
• Amurabi Pereira de Oliveira (Ciências Sociais, UFSC)
• José Rafael Bordin (Ciências Físicas, UFPel)
• Markus Berger Oliveira (Ciências Biomédicas, Hospital de Clínicas de Porto Alegre)
• Tiago Elias Allievi Frizon (Ciências Químicas, UFSC)
• Vinicius Farias Campos (Ciências Biológicas, UFPel)
Veja a matéria em: Novos membros da ABC eleitos em 2021 – ABC
Instituto de Medicina Tropical da USP fará monitoramento de novas cepas e variantes da Covid-19 em parceria com Prefeitura de SP
Prefeitura da capital disse ainda que eventuais medidas contra a chegada da variante ômicron, encontrada até agora em quatro países, dependem de novas informações sobre ela.
Por Léo Arcoverde, GloboNews — São Paulo - 26/11/2021
A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (26) um novo monitoramento das cepas do coronavírus em circulação na capital paulista em parceria com o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP). Antes, o sistema de monitoramento de variantes da Covid-19 era conduzido majoritariamente pelo Instituto Butantan.
O novo acompanhamento, que deve ter início na semana que vem, é uma estratégia epidemiológica diante da descoberta da variante ômicron, detectada na África do Sul e que já chegou a Israel, Bélgica e Hong Kong. Ainda não se sabe se ela é mais transmissível ou mais letal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que precisará de semanas para compreender melhor o comportamento da variante.
Veja a matéria completa em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/11/26/instituto-de-medicina-tropical-da-usp-fara-monitoramento-de-novas-cepas-e-variantes-da-covid-19-em-parceria-com-prefeitura-de-sp.ghtml
O Torque Teno Vírus é um pequeno vírus não patogênico, presente em vários fluidos corporais de indivíduos aparentemente saudáveis, que têm seus níveis alterados em caso de infecções
Jornal da USP – 06/10/2021
Um biomarcador, conhecido como Torque Teno Vírus (TTV), se mostrou potencialmente útil para avaliar a intensidade da infecção pelo sars-cov-2 e prever a evolução da doença. O estudo revelou que a quantidade de TTV na saliva pode mostrar, também, o estado imunológico do paciente. Participaram pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP, Faculdade de Medicina da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), Faculdade de Odontologia (FO) da USP e da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.
Foram avaliadas amostras de saliva de 91 moradores de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, infectados pelo sars-cov-2 (confirmado por RT-PCR) e de outras 126 pessoas com síndrome gripal (também moradores do município) que testaram negativo para o vírus entre 5 e 30 de maio de 2020. Os resultados mostraram que, quanto maior a carga viral do TTV na saliva, mais tempo as pessoas permaneciam doentes. Além disso, a queda na quantidade de vírus na saliva foi associada à diminuição e resolução dos sintomas.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/biomarcador-que-aponta-estado-imunologico-podera-ser-usado-para-avaliar-pacientes-com-covid-19/
Com indícios de novas pandemias para as próximas décadas, especialistas, como Ester Sabino, acreditam que é importante aprender com o que já foi feito contra a covid-19
Jornal da USP no Ar 1ª edição / Rádio USP/Publicado: 29/09/2021
A chegada do coronavírus exigiu a mobilização de esforços em nível global, como era de se esperar em uma pandemia. Desafios que ameaçam a humanidade há mais tempo que a covid-19 poderiam se beneficiar do desenvolvimento em tempo recorde de vacinas, por exemplo. O tema foi discutido na 4ª Conferência Fapesp 60 anos: Desafios à Saúde Global.
“Temos que nos preparar cada vez mais para a possibilidade de novas pandemias”, afirma a professora Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, lembrando que a devastação ambiental que vem acontecendo pode facilitar o contato entre seres humanos e novos vírus. “É muito importante que essa pandemia nos dê a ideia de como pode ser custoso a gente não trabalhar e prevenir as novas pandemias”
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/ameaca-de-novas-pandemias-deve-exigir-resposta-rapida-da-humanidade/
Assunto não tem consenso entre especialistas, mas sabe-se que esta cepa é a que mais escapa da proteção com uma única dose
Fernando Mellis, do R7 26/07/2021
Com cerca de 67 milhões de brasileiros acima de 18 anos sem nenhuma dose de vacina contra a covid-19 até agora e outros 57,2 milhões aguardando a segunda dose, um eventual avanço da variante Delta do coronavírus no Brasil é objeto de preocupação para autoridades e especialistas.
Isto ocorre porque sabe-se que a cepa, identificada inicialmente na Índia, é a que mais escapa da vacinação parcial, afirma o pesquisador do Laboratório de Virologia, do IMT-FMUSP (Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) José Eduardo Levi.
Veja matéria completa em: https://noticias.r7.com/saude/brasil-deve-mudar-vacinacao-por-causa-da-variante-delta-26072021
Comentário publicado hoje na Revista Lancet Regional Health- Américas, sendo um dos autores do Instituto de Medicina Tropical, discute a importância do uso de sequências de genoma completo de SARS-CoV-2, compartilhadas em banco de dados públicos, para monitorar as entradas e saídas dos vírus de diferentes regiões geográficas e a eficácia de medidas não-farmacológicas de mitigação do impacto da pandemia de COVID-19.
Veja matéria completa em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X21000211
Estudo britânico reforça importância de tomar duas doses para ficar protegido contra variante delta
Pesquisa publicada nesta quarta-feira (21) aponta eficácia de 30,7%, com variação de 25,2% a 35,7%, das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca com aplicação de 1 dose. Com duas doses, eficácia aumenta bastante.
Por Carolina Dantas, Bruna Alencar e Mariana Garcia, G1 21/07/2021
Um estudo publicado nesta quarta-feira (21) reforça a importância de receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19. A pesquisa, assinada por pesquisadores do sistema de saúde do Reino Unido, da Universidade de Oxford e do Imperial College London, aponta que a eficácia da primeira dose das vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca é de 30,7% contra a variante delta — com uma variação de 25,2% a 35,7%.
Veja matéria completa em: https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/07/21/estudo-britanico-reforca-importancia-de-tomar-duas-doses-para-ficar-protegido-contra-variante-delta.ghtml
Lis Cappi |17/7/2021
Médicos indicam que o momento é de imunização em massa, mesmo que com uma dose
O aumento de casos da variante Delta da covid-19 no Brasil acendeu um alerta entre especialistas e secretarias estaduais de saúde. Até este sábado (17.jul), foram registradas ao menos 46 infecções da nova cepa, que é considerada mais infecciosa que as demais, e já foi identificada em mais de 100 países. O receio dos riscos da nova variação levantou dúvidas acerca do que fazer para combatê-la, como a possibilidade de se antecipar a 2ª dose da vacinação. Especialistas consultados pelo SBT News, no entanto, pontuam que não é o momento do Brasil considerar essa estratégia: o melhor é vacinar, mesmo que com uma dose, o maior número de pessoas possível.
Veja matéria completa em: https://www.sbtnews.com.br/noticia/coronavirus/174189-especialistas-criticam-antecipacao-de-2-dose-para-frear-delta-no-brasil
Lúcia Maria Almeida Brás defende a implementação de políticas públicas de incentivo para corrigir a disparidade existente entre a produção científica no Brasil, que é grande, e a disponibilidade de insumos, que depende muito da importação
Jornal da USP no Ar 1ª edição / Rádio USP / 13/07/2021
O Brasil está em 66º lugar no ranking da produção de insumos, segundo nota técnica que diz respeito à produção científica no Brasil e à disparidade entre a realização científica e a disponibilidade em biotecnologia no País, publicada na Science Progress. A nota destaca o contraste entre a qualidade da ciência nacional, considerada de alta qualidade, e o investimento insuficiente na área de biotecnologia para permitir seu pleno exercício. Desse modo, os cientistas brasileiros tornam-se dependentes dos insumos e equipamentos do exterior para poder realizar suas pesquisas científicas.
“Essa deficiência foi escancarada durante a pandemia”, contou ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, Lúcia Maria Almeida Brás, doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina (FM) da USP e pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e uma das autoras da nota.
Veja matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/falta-de-investimentos-na-area-de-biotecnologia-coloca-o-brasil-na-contramao-mundial/
Reino Unido, Israel, México e Bélgica já apontam a delta como responsável pela maioria dos casos e, nos EUA, essa já é uma estimativa do CDC. No Brasil, especialistas alertam que é hora de prevenção.Por Fábio Manzano e Carolina Dantas, G108/07/2021
Momento diferente da Índia: Ester Sabino, imunologista e pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), avalia que a situação do Brasil no momento é diferente da que a Índia encontrou quando surgiu a delta. Segundo ela, acabamos de passar por um pico da doença, o que pode contribuir para menos infecções da nova variante.
“Quando a Delta começou na Índia era mais ou menos como estava Manaus, em uma fase de perda de anticorpos depois de 7 meses com o vírus em baixa. Então, as pessoas vão perdendo a imunidade (adquirida após a doença) com o tempo. Aqui, agora, as pessoas acabaram de se infectar e muita gente se infectou. Ela [delta] está chegando num momento em que a pandemia está alta”, explicou Ester Sabino. “A gente ainda não sabe quanto tempo dura a imunidade, mas existe, sim, uma imunidade gerada, a pessoa não se reinfecta rapidamente”, completou.
Veja materia completa em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2021/07/08/como-a-variante-delta-avanca-pelo-mundo-e-quais-as-perspectivas-para-o-brasil.ghtml
Expedito José de Albuquerque Luna revela que falta de investimento em vacinas e falhas no mapeamento de diagnósticos colocam o Brasil e o continente sul-americano no foco da pandemia. Rádio USP – 05/07/2021
O mundo se encaminha para o segundo semestre de 2021 ainda inserido no cenário pandêmico. Durante o segundo ano da crise sanitária, o Jornal da USP no Ar 1° Edição faz um balanço geral da pandemia, refletindo sobre os avanços dos estudos acerca da doença, do vírus e suas variantes, com o professor e doutor Expedito José de Albuquerque Luna, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, especialista na área de Epidemiologia de Doenças Infecciosas.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/especialista-faz-balanco-do-combate-a-pandemia-e-propoe-investimentos-em-prevencao/
Anticorpos podem vir de contato com o vírus ou de resposta à vacina mas não são garantia total de imunidade; é preciso continuar se cuidando. Rádio USP – 03/06/2021
Uma pesquisa realizada em domicílios de São Paulo, entre o final de abril e o início de maio, revela que 41,6% da população adulta da capital já desenvolveu anticorpos contra o coronavírus de forma espontânea. Com o início da vacinação, somam-se ao dado os pacientes com resposta imunológica ao vírus e, com isso, a taxa sobe para 51,1% . Em comparação com os dados de infecção da Prefeitura de São Paulo, a pesquisa aponta que são aproximadamente 2 milhões de pessoas com anticorpos a mais que o dado oficial.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisa-mostra-que-50-da-populacao-adulta-de-sao-paulo-ja-tem-anticorpos-contra-covid-19/
Entrevista da Dra. Maria Cássia Mendes-Correa, diretora do IMT FMUSP, para o Jornal da Record, sobre paciente que ficou 218 dias com o coronavírus no sangue.
19 de jun. de 2021
Entrevista da Profa. Dra. Silvia F. Costa, laboratório de Bacteriologia do IMT FMUSP, para a TV Bandeirantes, sobre verbas da pesquisa no Brasil.
Veja a matéria completa em: https://youtu.be/XjRD6FjqVa4
Na Nature Medicine, Ester Sabino, Lorena Barberia e Silvia Figueiredo Costa pedem uma abordagem cooperativa e coordenada para lidar com a crise sanitária que se prolonga em altos índices de casos e mortes 22/06/2021
As professoras da USP Lorena Barberia , Silvia Figueiredo Costa e Ester Sabino assinam uma carta publicada na revista Nature Medicine nesta segunda-feira, 21 de junho.
Dando um panorama do cenário brasileiro na pandemia, após mais de 14 meses de seu início, as cientistas lembram que os brasileiros ainda sofrem com milhares de mortes todos os dias, aumento de casos, superlotação de hospitais e alta letalidade do vírus.
“Quem está na linha de frente entende que o Brasil está em guerra com a covid-19”, declaram.
Entre os muitos fatores que explicam por que o número de vítimas da pandemia no Brasil é tão alto, elas incluem sua estreita conexão com os mercados mundiais, a vulnerabilidade socioeconômica de grande parte da população e a desigualdade persistente no País.
Mas um dos fatores mais cruciais da crise sanitária no Brasil, argumentam, é a falta de comando centralizado, planejamento estratégico e recomendações claras baseadas em evidências desde o começo.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/carta-de-pesquisadoras-o-que-o-brasil-precisa-fazer-para-controlar-a-pandemia
Entrevista da bióloga Silvia Di Santi, pesquisadora da Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) e do Instituto de Medicina Tropical da FM-USP, fala sobre os casos ocasionais de malária em pessoas que tiveram contato com a Mata Atlântica.
Apresentação: Fabrício Marques
Produção, roteiro e edição: Sarah Caravieri
Veja a matéria em: https://revistapesquisa.fapesp.br/vigilancia-cenarios-e-parasitas/
Análise do sangue de 60 pessoas mostrou que anticorpos neutralizantes desenvolvidos tiveram eficácia contra a P.1 em 84% das amostras. Com a variante anterior, houve neutralização em 90% dos casos
Anticorpos neutralizantes de pessoas infectadas em 2020 pela linhagem B.1.1.28 do coronavírus, a primeira a circular pelo Brasil, são capazes de eliminar também a variante P.1 do vírus na maioria dos casos, aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). A partir da análise do plasma sanguíneo de 60 pacientes contaminados pela B.1.1.28, testes realizados em laboratório mostraram que os anticorpos presentes em 84% dos pacientes neutralizaram a variante P.1.
A descoberta é descrita em preprint (versão prévia de artigo científico) publicado no site medRxiv em 17 de maio.
“Os experimentos foram feitos no Laboratório de Virologia (LIM-52) do IMT com soro de 60 voluntários infectados em 2020 pela linhagem B.1.1.28 do vírus sar-cov-2”, afirma a professora Maria Cássia Mendes-Correa, diretora do IMT, responsável pela pesquisa. “Após ter o diagnóstico de covid confirmado por teste de RT-PCR, os 60 voluntários foram monitorados durante sete semanas após a infecção inicial e submetidos a coletas semanais de sangue para análise do perfil sorológico.”
Veja a matéria em: https://jornal.usp.br/ciencias/testes-em-laboratorio-apontam-que-anticorpos-de-infectados-por-covid-em-2020-destroem-variante-p-1/
Coordenadora da equipe responsável pelo sequenciamento genético do Sars-CoV-2, Ester Sabino questiona a baixa presença feminina em postos-chave da pesquisa científica
O sequenciamento genético do novo coronavírus no Brasil foi anunciado em 28 de fevereiro do ano passado, 48 horas após a confirmação do primeiro caso de infecção pelo Sars-CoV-2 no país. A rapidez e o fato de ter sido realizado por uma equipe comandada por mulheres deram ainda maior repercussão ao feito científico. Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, que coordenou o estudo, e sua colega, Jaqueline Goes de Jesus, receberam reconhecimentos variados – batizaram até dois personagens de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.
Veja a matéria completa em: https://piaui.folha.uol.com.br/precisamos-de-mais-mulheres-liderando-ciencia/
Eles cobram investimentos na chamada vigilância genômica da Covid.
Na pandemia, a vigilância genômica consiste em entender o comportamento e o tipo de vírus que circula no país. Com esses dados, os pesquisadores identificam mutações perigosas, como a variante de Manaus, por exemplo, e podem sugerir ações pontuais e conter a disseminação da nova cepa.
Entrevista do Dr. José Eduardo Levi, Laboratório de Virologia do IMT FMUSP, e da Profa. Ester C. Sabino, Laboratório de Genética Aplicada às Doenças Infecciosas do IMT FMUSP, ao Jornal da Cultura 22/04/2021
Veja matéria completa em: https://youtu.be/YdGaReNYBdY
Pelo menos três cepas são alvo de preocupação da comunidade científica global: as identificadas no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul
Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo 08 de abril de 2021 às 14:45
Uma pesquisa publicada no periódico científico New England Journal of Medicine, em março, indicou que a vacina de Oxford/AstraZeneca não mostrou eficácia na proteção contra Covid-19 leve ou moderada em relação à variante sul-africana.
“A variante sul-africana demonstrou uma taxa de perda de eficácia muito alta em relação à vacina da AstraZeneca. A mesma vacina quando foi testada na África do Sul e no Reino Unido teve uma resposta muito melhor no Reino Unido. Acredita-se que isso se deve ao fato de que na África do Sul já tinha a variante local predominando”, explicou José Levi.
Veja a matéria completa em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/04/08/o-que-voce-precisa-saber-sobre-as-variantes-da-covid-19
Agência FAPESP – Karina Toledo – 23/03/2021
Estudos conduzidos no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) têm mostrado que, em alguns pacientes com sintomas leves, o SARS-CoV-2 pode permanecer ativo no organismo por um período superior aos 14 dias de isolamento recomendados no Brasil.
Em artigo divulgado na plataforma medRvix, em processo de revisão por pares, o grupo coordenado pela professora Maria Cassia Mendes-Correa descreve o caso de duas mulheres de aproximadamente 50 anos, moradoras de São Caetano do Sul, na Região Metropolitana de São Paulo.
Uma delas foi atendida pela primeira vez em meados de abril de 2020 e relatou que vinha há 20 dias vivenciando sintomas como tosse seca, dor de cabeça, fraqueza, dor no corpo e nas articulações. Um exame de RT-PCR feito 22 dias após o início do quadro confirmou a presença do vírus no organismo e, nos dias seguintes, a paciente apresentou náusea, vômito, perda de olfato e paladar. Um segundo teste molecular feito 37 dias após o início dos sintomas também teve resultado positivo. Em meados de maio, a maioria das queixas havia desaparecido, exceto dor de cabeça e fraqueza.
Veja a matéria completa em: https://agencia.fapesp.br/virus-da-covid-19-pode-permanecer-ativo-por-mais-de-14-dias-em-alguns-pacientes-com-sintomas-leves/35460/
Dan Todkill, Clinical Research Fellow, Warwick Medical School, Silvia Figueiredo Costa, Professora Livre Docente da Faculdade de Medicina-USP.
Aula 1 – https://youtu.be/GouzhswOZuw
Leituras: Chu, Derek K., Elie A. Akl, Stephanie Duda, Karla Solo, Sally Yaacoub, Holger J. Schünemann, Amena El-harakeh et al. “Physical distancing, face masks, and eye protection to prevent person-to-person transmission of SARS-CoV-2 and COVID-19: a systematic review and meta-analysis.” The Lancet 395, no. 10242 (2020): 1973-1987.
Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP
Apenas 48 horas após o primeiro caso de COVID-19 do país ser confirmado em um hospital de São Paulo, a sequência completa do genoma do SARS-CoV-2 foi publicado pelas cientistas Ester Sabino e Jaqueline Goes, com a colaboração de pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz e das universidades de São Paulo (USP) e de Oxford (Reino Unido).
Veja matéria completa em: https://agencia.fapesp.br/premio-ester-sabino-para-mulheres-cientistas-e-lancado-em-sao-paulo/35418/
Destaque fotográfico para a pesquisadora Lucy Santos Vilas Boas, do Laboratório de Virologia do IMT, em matéria sobre participação feminina na ciência, veiculada pela Folha de São Paulo, 13-03-2021 – pág 27.
Entrevista da Prof. Dra. Cássia Mendes Corrêa, diretora do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP, para o jornal da USP:
Veja matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/testagem-periodica-para-o-coronavirus-e-essencial-no-controle-da-pandemia/
Participação do Dr. José Eduardo Levi, do Laboratório de Virologia do IMT FMUSP, no Jornal da Record.
Trecho do Programa “Jornal da Record – março de 2021”
Veja vídeo completo em: https://youtu.be/2L8vPFe46i0
O que se sabe sobre a variante brasileira do novo coroanvírus?
Eficácia da vacina é debatida por especialistas na área
ANSA Brasil – Agência Italiana de Notícias
Veja matéria completa em: http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/brasil/entrevistas/2021/03/02/o-que-se-sabe-sobre-a-variante-brasileira-do-novo-coronavirus_90004ee4-b78b-4f84-9809-9ae75cb8da52.html
A formação e especialização de novos pesquisadores, pelo IMT FMUSP, é uma das principais missões da instituição no âmbito da Universidade de São Paulo.
“ Honrosa iniciativa do HC FMUSP, SES e EEP em motivar os jovens a atuar na área em prol da saúde de nossa sociedade e na luta contra a COVID-19. Programa de especialização em Hematologia Tropical e programa de especialização em Técnicas Laboratoriais em Virologia – Laboratório de Virologia-IMTSP. “
Para falar sobre o assunto, o programa recebe o virologista José Eduardo Levi, pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP; a médica infectologista, integrante do Grupo Estratégico de Vacinas para a COVID-19 da OMS, Cristiana Toscano; e a epidemiologista Carla Domingues, ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações.
Assista em: https://youtu.be/4wkALHopmtA
25/02/2021 – 16h00 no Youtube
Profa. Fabiana Martins de Paula, HC-USP
Profa. Neci Matos Soares, FF-UFBA
Assista em: https://www.youtube.com/channel/UC35u4InF_uhUBGb1WJM6q-A
Cientistas da Universidade se unem a pesquisadores do mundo inteiro para entender o vírus e frear seu avanço
19/02/2021
Em menos de um ano, a USP já acumula cerca de 270 projetos de pesquisa relacionados à luta contra a covid-19, doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2. O levantamento é da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP, que catalogou as iniciativas e as disponibilizou em seu site para que todos possam acompanhar o que os cientistas da Universidade têm feito.
O número é relevante. Até outubro do ano passado, a USP estava em 16º lugar entre as instituições de pesquisa com maior número de publicações sobre o coronavírus. Entre os países, o Brasil alcançou a 11ª posição. Esse é o resultado de um esforço coletivo de cientistas de todo o mundo. Na USP, muitos grupos de pesquisa voltaram seus estudos para um foco maior na doença.
O resultado são o sequenciamento do genoma do vírus, o isolamento e cultivo do vírus disponibilizado para pesquisa em vários laboratórios do País, o desenvolvimento de ventiladores pulmonares, novos métodos para detecção de covid-19, avanços para obtenção de novas vacinas, incluindo vacinas por spray nasal, entre muitos outros.
Veja matéria completa em: https://jornal.usp.br/universidade/como-a-usp-esta-ajudando-no-combate-ao-coronavirus/
Cientistas acreditam que, para chegar em Araraquara, uma cidade localizada a quase 2,5 mil quilômetros de Manaus, é porque a variante P1 do coronavírus está ainda mais espalhada.
21/02/2021 21h54
Participação da Dra. Camila Malta Romano, pesquisadora do Laboratório de Virologia do IMT, no programa “Fantástico – Globo”.
Veja a reportagem específica do IMT: https://youtu.be/FbSq7k9ql3s
18 de fevereiro de 2021
Resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que pode ser arriscado reduzir de 14 para dez dias o tempo de quarentena indicado para casos leves e moderados de COVID-19, como recomendou em outubro o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.
No estudo, apoiado pela FAPESP, os pesquisadores do IMT-USP trabalharam com 29 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes com diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR. O material foi coletado em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Araraquara no décimo dia após o início dos sintomas e, em laboratório, inoculado em culturas de células.
“Recomenda-se que os infectados com sintomas leves permaneçam totalmente isolados em casa, sem contato com ninguém, durante todo o período de quarentena. E há uma grande pressão para reduzir o tempo de isolamento – tanto por fatores econômicos como psicológicos. Mas, se o objetivo da quarentena é mitigar o risco de transmissão do vírus, 25% [de pacientes com vírus viável] é uma proporção muito alta”, avalia Camila Malta Romano, coordenadora da investigação.
Veja a matéria completa em: https://agencia.fapesp.br/estudo-sugere-ser-arriscado-reduzir-para-dez-dias-a-quarentena-para-infectados-pelo-novo-coronavirus/35216/
No dia 22 de fevereiro de 2021, o Prédio Principal da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) será iluminado, na cor vermelha, em homenagem ao Dia Mundial da Encefalite. Um movimento crescente que já acontece em mais de 25 países, iniciado no Reino Unido, em 2014, e reúne forças e pesquisadores de diversas áreas para mudar a realidade dos portadores dessa síndrome viral.
Veja a matéria completa em: https://www3.fm.usp.br/fmusp/noticias/fmusp-tem-fachada-iluminada-no-dia-mundial-da-encefalite-e-projeto-apoiado-pela-encephalitis-society
Data celebra a presença feminina na pesquisa científica, que, mesmo diante de avanços, ainda é pouca
Caroline Oliveira
A psiquiatra brasileira Nise da Silveira. A matemática espanhola Maria Gaetana Agnesi. Ada Lovelace, creditada como a primeira programadora do mundo. A “mãe da física moderna” Marie Curie. A geneticista brasileira Mayana Zatz.
Virginia Apgar, criadora da Escala de Apgar, um exame que avalia recém-nascidos em seus primeiros momentos de vida. Jaqueline Goes de Jesus, responsável pelo experimento que levou ao sequenciamento do SARS-CoV-2 ao lado da pesquisadora Ester Sabino.
Esses são alguns nomes de mulheres que provaram que a ciência, principalmente no campo das ciências exatas e biológicas, também é um espaço feminino, e que merecem ser lembrados neste 11 de fevereiro, quando é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.
Segundo Camila Malta Romano, do Laboratório de Virologia do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), dados de 2020 mostram que as mulheres constituem 43% da população de pesquisadores no Brasil. No entanto, o recorte por idade e área de pesquisa aponta para diferenças discrepantes.
“Entre as mulheres jovens que fazem doutorado, mestrado e pós-doutorado, é quase 44%, o que diminui entre mulheres que coordenam grandes projetos, aí é menos de 20%”, afirma Romano.
Já na relação entre áreas de biológicas, exatas e humanas na Europa, por exemplo, a participação das mulheres na área de exatas é de aproximadamente 10% no máximo . “No Brasil deve ser menos ainda. E chega a 50% na área das ciências humanas, principalmente letras e psicologia.”
Veja a matéria completa em: https://www.brasildefato.com.br/2021/02/11/dia-da-mulher-na-ciencia-nao-basta-levantar-bandeira-devemos-provar-que-podemos
A gente fala agora das variantes do coronavírus, porque pesquisadores explicam quais os verdadeiros riscos de uma cepa mutante para o combate à Covid-19.
Reportagem de Malu Sousa
Imagens de Reuters e arquivo TVCN
TV Canção Nova
4 de fev. de 2021
Veja a matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=DMzM19ROvas
Perda de imunidade após primeira onda e variante do vírus mais transmissível podem explicar aumento de casos de 552 em dezembro para 3.431 em janeiro
Por Júlio Bernardes
O aumento do número de internações por covid-19 em Manaus, no Amazonas, de 552 em dezembro para 3.431 em janeiro, tem surpreendido e preocupado os cientistas. Em texto publicado na revista científica The Lancet, em 27 de janeiro, um grupo de pesquisadores, com participação da USP, aponta que o novo surto pode estar ligado à nova variante do vírus, potencialmente mais transmissível, e à perda de anticorpos dos que foram infectados na primeira onda da doença, em abril do ano passado. Os pesquisadores recomendam um aumento da vigilância sorológica e genômica para entender a dinâmica da nova linhagem do vírus, sua capacidade de reinfecção e o efeito das vacinas.
O texto apresenta quatro hipóteses não excludentes para o surto de covid-19 que começou em dezembro na cidade de Manaus. A primeira é que a taxa de ataque, isto é, o número de pessoas infectadas, foi superestimada durante a primeira onda da doença, em abril do ano passado. “Esta é sempre uma possibilidade, porém pelo menos 50% das pessoas mostravam anticorpos em junho, e esse valor seria grande o suficiente para evitar uma segunda onda, mesmo que a taxa não tivesse chegado a 76% em outubro”, afirma ao Jornal da USP a professora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), primeira autora do texto. “Em geral, a prevalência nos doadores de sangue, em qualquer doença, é subestimada, pois pessoas com sintomas são excluídas da doação, o que pode ter influenciado na estimativa.”
Veja a matéria completa em: Cientistas apontam hipóteses para novo surto de covid-19 em Manaus – Jornal da USP
O Instituto Adolfo Lutz confirmou nesta terça-feira (26) as três primeiras pessoas do estado de São Paulo contaminadas com a variante amazonense do coronavírus, que tem sido apontada como um dos motivos para explosão de casos da Covid em Manaus.
O que era uma suspeita, se confirmou: a variante do Amazonas, batizada de P1, está por trás do maior número de casos hoje no estado. Os pesquisadores que estudam a nova linhagem publicaram os resultados da análise de novas amostras colhidas de pacientes de Manaus.
Em dezembro, 52,2% dos casos na capital do Amazonas foram provocados pela variante P1. Em janeiro, o número subiu para 85,4%. A presença de outras linhagens caiu de 96,3%, entre março e novembro, para 8,3%, agora em janeiro.
A imunologista Ester Sabino diz que a nova variante deve ser mais transmissível.
“Tudo indica que essa variante tem uma capacidade replicativa maior, uma capacidade de transmissão maior e, com isso, ela acaba tomando conta da epidemia e sendo a principal variante que está levando aos casos em Manaus”, disse Ester Sabino, imunologista do Instituto de Medicina Tropical-USP.
Veja a matéria completa em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2021/01/26/sp-confirma-os-tres-primeiros-casos-de-contaminacao-com-a-variante-amazonense-do-coronavirus.ghtml
Uma nova linhagem do coronavírus foi identificada na cidade de Manaus, no Amazonas, em dezembro. A variante, que tem um conjunto de mutações genéticas com potencial de aumentar a transmissão e reinfecção pelo vírus, estava presente em 42% dos pacientes infectados testados na cidade. A nova linhagem também foi detectada no Japão, sugerindo que a variante do vírus teria sido levada por viajantes vindos do Amazonas. A descoberta é resultado de um estudo feito por pesquisadores do Centro Brasil-Reino Unido de Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (grupo Cadde), que conta com a participação do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Veja a matéria completa aqui: https://jornal.usp.br/ciencias/variante-do-coronavirus-identificada-em-manaus-tem-mais-potencial-de-transmissao-e-reinfeccao/
A luta mundial contra o coronavírus já resultou em muitos avanços científicos. Alguns são muito visíveis, outros dão suporte essencial ao trabalho da força-tarefa que diariamente tenta salvar vidas. Mas cada informação adicional é preciosa e leva a respostas mais rápidas. Nas duas frentes, existe muito suor brasileiro.
Nossos cientistas se uniram para mapear e descobrir como o novo vírus agia, afetava o nosso corpo e se disseminava. Se uniram também para buscar remédios eficazes e a sonhada vacina. Oito meses após a primeira morte pela doença por aqui, os esforços seguem em ritmo intenso e os resultados já dão esperança —de que a pandemia vai ser superada logo e de que a ciência brasileira merece muitos aplausos.
Veja a matéria completa em: https://www.uol.com.br/tilt/reportagens-especiais/conheca-os-cientistas-que-estao-revolucionando-o-combate-ao-coronavirus
Bruna Souza Cruz De Tilt, em São Paulo 07/12/2020 04h00
Logo no começo da pandemia, quando ninguém sabia com precisão o que estava acontecendo, com o que estávamos lidando, para onde tínhamos de olhar ou como deveríamos reagir, um grupo de mulheres brasileira saiu na frente e trouxe respostas importantíssimas —para nós e para o mundo.
O sequenciamento genético do novo coronavírus realizado no Brasil aconteceu no tempo recorde de 48 horas, e ganhou destaque por usar uma metodologia de baixo custo. As responsáveis foram as pesquisadoras do IMT (Instituto de Medicina Tropical) da USP (Universidade de São Paulo), coordenadas pela médica Ester Sabino.
Participação do Prof. Expedito José de Albuquerque Luna, Departamento de Medicina Preventiva da FM da USP e do laboratório de Epidemiologia do IMT, no evento: Vacinas e Covid19: Uma visão multidisciplinar, exibido no Canal da USP, em 14 de dezembro de 2020.
Link do evento: https://youtu.be/zGuZxmiB0n8
Estudo liderado por pesquisadores da USP mostra o que pode acontecer em outras capitais brasileiras se a propagação do vírus não for contida
08/12/2020 Por Herton Escobar Arte: Camila Paim /Jornal da USP
Que a experiência de Manaus sirva de exemplo para outros centros urbanos: sem as devidas precauções, o novo coronavírus pode infectar rapidamente quase que toda a população de uma cidade; e o problema não acaba quando se atinge uma suposta imunidade de rebanho — apenas diminui de intensidade. Na capital do Amazonas, uma das mais castigadas pelo vírus, 76% das pessoas foram infectadas pelo SARS-CoV-2 entre março e outubro, segundo um estudo publicado hoje na revista Science, liderado por pesquisadores da USP.
E a pandemia ainda está longe de terminar por lá, com 9,5 mil novos casos reportados do início de novembro até agora.
Na capital paulista, comparativamente, essa taxa de infecção — ou taxa de ataque, como também dizem os epidemiologistas — foi de “apenas” 29% no mesmo período (março a outubro), segundo os pesquisadores. “Manaus é um exemplo do que ainda pode acontecer em outras capitais”, diz a professora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical e da Faculdade de Medicina da USP, que lidera o estudo. A análise foi feita de forma retroativa, usando amostras de sangue estocadas em bancos de sangue das duas capitais. “Estamos muito longe de uma situação em que o número de infectados seja suficiente para conter o avanço da pandemia”, diz a pesquisadora ao Jornal da USP.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/mesmo-com-76-de-infectados-epidemia-em-manaus-nao-acabou/
Sistema foi lançado oficialmente no dia 27 de outubro em cerimônia virtual que contou com a presença de dirigentes da Universidade
Por Adriana Cruz
Uma cerimônia virtual, promovida pela Superintendência de Tecnologia de Informação (STI), marcou o lançamento do novo Portal de Serviços Computacionais da USP e a comemoração dos 55 anos da área de TI na Universidade. O evento foi transmitido da Sala do Conselho Universitário, atendendo às normas sanitárias, e contou com a participação remota de dirigentes da Universidade, docentes, servidores técnicos e administrativos e alunos.
Estudo a partir de amostras de sangue doado sugere que a capital do Amazonas teria alcançado a imunidade de rebanho. Mas uma nova onda de contágios na cidade parece contradizer essa tese.
Metrópole de 2 milhões de habitantes, Manaus foi atingida em abril e maio de forma particularmente dura pela covid-19. Imagens de enterros em massa e de hospitais superlotados rodaram o mundo. Os números oficiais até agora indicam cerca de 50 mil infectados e 2,5 mil mortos na cidade.
Como muitos dos que morreram em casa foram enterrados sem serem testados, é provável que tenha havido um grande número de casos não registrados. Só na primeira semana de maio, morreram 4,5 vezes mais pessoas na cidade do que o habitual, o que dá uma ideia da rapidez com que o vírus se disseminou. Após esse pico, entretanto, os casos diminuíram rapidamente. O que aconteceu?
Uma análise feita sob a direção da cientista Ester Cerdeira Sabino, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que Manaus havia atingido um grau de infecção tão alto pelo coronavírus Sars-Cov-2, causador da covid-19, que é possível se falar em imunidade de rebanho. Isso explicaria por que o número de casos caiu tão rapidamente em junho.
Estudo baseado em sangue doadoA equipe examinou amostras de sangue de doações realizadas entre fevereiro e agosto pela Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). Em cada mês, eram disponibilizadas entre 800 e 1.100 amostras.
Veja mais em: https://www.dw.com/pt-br/o-efeito-rebanho-e-a-nova-alta-da-covid-19-em-manaus/a-55173103
Por ora, números permitem apenas falar em estabilidade com tendência de queda em mortes e casos
Por Anaïs Fernandes — De São Paulo 04/09/2020 05h01 · Atualizado há 8 horas.
A redução nos números gerais da covid-19 no Brasil nas últimas semanas é notória, mas especialistas avaliam que ainda é cedo para cravar que o país tenha entrado em nova fase, de arrefecimento da pandemia, e preferem encarar a situação como estável, com tendência de queda de mortes e casos. Eles ponderam que oscilações nos dados ocorrem e que diferenças regionais importantes persistem.
A semana encerrada ontem registrou 858 mortes por dia, em média, número 13% inferior aos dados em 14 dias. A média móvel de casos foi de 40.237, alta de 9% em relação à semana móvel anterior, mas, desde agosto, a tendência é de queda. Os dados são apurados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias de Saúde (ver texto Média de mortes em sete dias fica em 858, em queda de 13%).
Christovam Barcellos, coordenador do MonitoraCovid-19, sistema integrado de dados da Fiocruz, afirma que agosto apresenta “sinais de queda”, mas ele é cauteloso. Barcellos pondera que existe certo ruído nos números não só em relação ao volume (e à subnotificação), mas também ao momento em que eles são contabilizados. Alguns Estados divulgam os casos pela data em que as ocorrências são registradas – assim como o Ministério da Saúde e a Fiocruz -, mas outros atribuem as informações à data do “evento”. A desvantagem, diz Barcellos, é que números das semanas recentes sempre parecem menores, já que há atrasos entre os primeiros sintomas e a confirmação da doença. “Isso não altera muito a quantidade de casos, mas muda o formato da curva e afeta um pouco a análise de tendências.”
IMT e a Rede GABRIEL – The Mérieux Fondation
Um novo membro entrou para a rede GABRIEL em 2019: o Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT-SP)
Universidade de São Paulo. Esta instituição trará novas expertises para a rede e vai ajudar a fortalecer o Rodolphe Merieux Atividades de pesquisa de laboratório sediadas em Rio Branco, no estado do Acre, Brasil.
Instituto paulista de Medicina Tropical (IMT-SP), um Instituto Especializado da Universidade de São Paulo, está dividido em diferentes laboratórios com pessoal especializado, dedicado à pesquisa e ao ensino em áreas relacionadas a doenças tropicais.
Além disso, através de sua ligação com o Hospital das Clínicas (HC-FMUSP), o maior hospital público na América Latina, o IMT-SP desenvolve pesquisa colaborativa com grupos neste hospital. IMT-SP opera sete laboratórios especializados nos estudos de parasitas, bactérias, vírus e fungos, como bem como na genética dos microrganismos, imunologia, e saúde pública.
Para maiores informações veja o anexo e acesse o site: https://www.gabriel-network.org/laboratoires/institut-de-medecine-tropicale-imt-sp-de-luniversite-de-sao-paulo-bresil/
Por Júlio Bernardes
Estudo com participação do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo e da Faculdade de Medicina da USP mostra que diminuição do número de casos de covid-19 na cidade de São Paulo pode estar ligada à formação de bolhas de proteção local, onde infectados estão rodeados de pessoas imunes, ao mesmo tempo em que esgotaram as redes de contágio
Em julho, depois de quatro meses de epidemia de covid-19 na cidade de São Paulo, teve início uma fase de relaxamento das medidas de distanciamento social, trazendo o temor de piora da situação. No entanto, o que aconteceu foi uma redução do número de casos, mortes e de ocupação de leitos. Para entender essa situação, uma pesquisa com participação do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMTSP) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) usou um modelo que simula a disseminação da doença a partir dos números oficiais de distanciamento social. O estudo, publicado como pré-print (versão prévia de artigo científico, sujeita a verificação), concluiu que a diminuição pode ser causada pela formação de bolhas de proteção local, onde os infectados estão rodeados de pessoas imunes, ao mesmo tempo em que se esgotam as redes de contágio.
A pesquisa usou um modelo desenvolvido pelo Ação Covid-19, um grupo interdisciplinar que estuda como a desigualdade afeta a evolução da pandemia no Brasil, reunindo pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC) e de outras instituições. O modelo combina o cronograma oficial da taxa de distanciamento social divulgado pelo governo do Estado de São Paulo com a hipótese de redução da taxa de distanciamento social para 20% em média em 100 dias, a partir de 12 de julho.
“A curva epidêmica média após 238 dias de simulação, contados desde o primeiro caso da doença, registrado em 25 de fevereiro, mostra uma taxa de 12,71% de infectados e 0,12% de mortes, ou seja, 0,9% de letalidade”, afirma Gerusa Maria Figueiredo, pesquisadora do IMTSP, que participou do trabalho. “A simulação mostra a curva de transmissão diminuindo, mesmo com uma redução drástica do isolamento social, com um aumento leve e temporário a partir do 150º dia.”
Veja mais em: jornal.usp.br/ciencias/bolhas-de-protecao-local-podem-ter-freado-covid-19-em-sao-paulo-aponta-pesquisa/
Por que uma nova pandemia nos próximos anos é praticamente inevitável
Evanildo da Silveira De Vera Cruz (RS) para a BBC News Brasil
Para a virologista Camila Malta Romano, do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, da Universidade de São Paulo (USP), a pandemia de covid-19 está longe de ser a última do planeta.
“É apenas uma questão de ‘quando’ e não de ‘se’ a próxima vai surgir”, diz. “Esses surtos, embora menos comuns do que epidemias, ocorrem de vez em quando e temos exemplos passados de situações esporádicas como a peste bubônica e mais de uma de influenza (gripe espanhola, asiática, suína).”
Pesquisa publicada nesta sexta-feira (31) em uma revista do grupo ‘Nature’, um dos mais importantes do mundo, descreve as características epidemiológicas da doença no país. Mais de 90 mil pessoas morreram pela infecção em solo brasileiro.
Por Lara Pinheiro, G131/07/2020
Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira (31) na revista científica ”Nature Human Behaviour”, do grupo “Nature”, um dos mais importantes no mundo, mostra que, entre 25 de fevereiro e 31 de maio, cada pessoa infectada com a Covid-19 no Brasil infectou, em média, outras três com a doença.
O estudo descreve as características epidemiológicas da doença no país, onde mais de 90 mil pessoas já morreram por causa da infecção. A pesquisa foi conduzida por cientistas do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, da Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres.
Pesquisa publicada nesta sexta-feira (31) em uma revista do grupo ‘Nature’, um dos mais importantes do mundo, descreve as características epidemiológicas da doença no país. Mais de 90 mil pessoas morreram pela infecção em solo brasileiro.
Por Lara Pinheiro, G131/07/2020
Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira (31) na revista científica ”Nature Human Behaviour”, do grupo “Nature”, um dos mais importantes no mundo, mostra que, entre 25 de fevereiro e 31 de maio, cada pessoa infectada com a Covid-19 no Brasil infectou, em média, outras três com a doença.
O estudo descreve as características epidemiológicas da doença no país, onde mais de 90 mil pessoas já morreram por causa da infecção. A pesquisa foi conduzida por cientistas do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, da Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres.
24/07/2020 Por Júlio Bernardes
As medidas de isolamento social implantadas no Brasil a partir de março conseguiram reduzir pela metade a taxa de transmissão do coronavírus, revela estudo internacional liderado por pesquisadores brasileiros. A partir de análises genéticas, epidemiológicas e de dados de mobilidade humana, os pesquisadores concluíram que houve mais de 100 entradas do vírus, originárias principalmente da Europa. No entanto, apenas três dessas entradas deram início à cadeia de transmissão do vírus no Brasil, entre o final de fevereiro e o começo de março. O isolamento social, apesar de adotado depois que o vírus se espalhou, diminuiu a taxa de transmissão de 3 para 1,6 contaminados por pessoa infectada. O estudo foi coordenado pelo Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE).
As conclusões do trabalho são relatadas em artigo publicado em 23 de julho na revista Science. De acordo com a professora Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT) da USP, uma das pesquisadoras que participou da elaboração do artigo, o estudo é uma continuidade do primeiro sequenciamento genético do coronavírus no Brasil, realizado em fevereiro deste ano pelo IMT, em parceria com o Instituto Adolfo Lutz e a Universidade de Oxford, no Reino Unido. “É um trabalho de vigilância contínua, para verificar como o vírus está evoluindo e a sua dispersão, a partir de amostras coletadas desde março até o final de abril”, explica. O pesquisador Darlan Cândido, da Universidade de Oxford, primeiro autor do artigo, aponta que a partir do genoma do vírus é possível reconstruir a história da epidemia no Brasil. “A análise permite fazer isso tanto no tempo quanto no espaço, ou seja, quando o vírus chegou e onde se espalhou.”
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/isolamento-social-no-brasil-reduziu-transmissao-do-coronavirus-pela-metade-diz-estudo-na-science/
‘Não existe a profissão de cientista no Brasil’, diz Jaqueline Góes, que mapeou genomas do coronavírus. Biomédica que lidera equipe de pesquisa na USP diz ao HuffPost que otimismo inicial passou e lamenta falta de investimento do atual governo na ciência.
By Marcella Fernandes
13/06/2020 02:00 -03 | Atualizado 13/06/2020 02:00 -03
Mais de 3 meses após sua equipe sequenciar o genoma do novo coronavírus no Brasil, a biomédica Jaqueline Góes, 30 anos, vê com menos otimismo uma possível guinada para a valorização da ciência no País. A cientista reconhece avanços – especialmente em relação à representatividade de mulheres negras no meio científico –, mas alerta para os efeitos a longo prazo do apagão das pesquisas brasileiras.
Em entrevista por telefone ao HuffPost, Góes afirmou que as condições de trabalho afastam muitos profissionais dos laboratórios. “Para quem não é concursado nessas instituições [de pesquisa] ou universidades, os salários não são compatíveis. A gente não tem carteira assinada. Não existe a profissão de cientista no Brasil. A gente faz pesquisa dentro de um projeto que tem uma bolsa a oferecer. Quando aquele projeto termina, você tem que procurar outro que também tenha bolsa para você continuar tendo remuneração. E as bolsas não são compatíveis com a atividade que a gente exerce”, afirma.
A pesquisadora soteropolitana ressalta a importância do Ciência sem Fronteiras, criado no governo de Dilma Rousseff, em sua formação. O programa permitiu que ela fizesse doutorado-sanduíche na Inglaterra. Lá, ela se especializou na técnica usada para mapear o genoma do Sars-CoV-2 em fevereiro. “Existiu muito investimento em mim para que hoje eu pudesse me destacar dessa forma”, conta.
Ester Sabino explica que aplicação de medidas de restrição em alguns locais, logo no início da crise, achatou a curva de crescimento de infectados
A forma de transmissão do coronavírus não é a mesma do início da pandemia, se compararmos com as características epidemiológicas neste momento no País. No começo, pessoas vindas da Itália e dos Estados Unidos foram aqueles que trouxeram a doença para o Brasil, logo, o vírus só era encontrado em pessoas que haviam viajado ou que tinham tido contato com alguém que havia viajado.
A professora explica que, com o passar do tempo, a própria casa e o trabalho foram elementos que ocasionaram o alastramento da doença e, em quantidade menor, pessoas que foram aos hospitais. A falta de testes foi um dos aspectos notados durante a primeira fase, quando o número de infectados era menor e a quantidade de testes era suficiente, em geral realizado na rede privada de saúde. A partir do momento em que a doença se alastrou, a quantidade disponibilizada não foi suficiente. Atualmente, é um dos principais desafios para conter o avanço da covid-19.
Publicado em 15 de maio de 2020
Viemos de um momento muito bom para a ciência, com investimentos altos de governos anteriores. Fui fruto disso. Pude me especializar e estudar fora com o Ciência sem Fronteiras. Quando saí do Brasil vi a facilidade de estudar ciência em outros lugares. Na Inglaterra, se um reagente acaba, você pega um novo e continua sua pesquisa. Aqui, você espera 45 dias para ter outro no estoque. Nesse tempo dá para escrever um artigo sobre o estudo.
Tenho esperança de que no pós-pandemia essa realidade mude mas, infelizmente, não no atual governo. Nesse governo a ciência sofre ataques sérios. Pesquisadores que estavam saindo do mestrado e entrando no doutorado tiveram a vida profissional interrompida por causa de bolsas cortadas. Estamos sentindo as consequências desses erros, perdemos muito em conhecimento. Pensando nos ataques que mulheres, negros e nordestinos sofreram, ao me destacar como uma cientista que ajudou a decodificar rapidamente o genoma do coronavírus, eu evoco muitas representatividades. Sou mulher, preta e nordestina.
As mulheres também saem valorizadas no pós-crise. Não somos maioria na ciência, mas o papel feminino tem crescido, ganhado reconhecimento e visibilidade. Embora ainda haja muito preconceito na academia, nossa equipe é liderada por uma mulher. Ela promove todos que fazem parte do time. Isso tem a ver com reconhecimento e justiça.
Responsável pela equipe que realizou o primeiro sequenciamento genético do coronavírus no Brasil, no tempo recorde de 48 horas, a pesquisadora está na linha de frente de um trabalho que busca compreender o vírus para, a partir das informações sobre seus códigos internos e sua capacidade de mutação — que fez com que ele alcançasse os seres humanos —, ajudar a derrotá-lo.
– É um trabalho de formiguinha – ela descreve, acrescentando que cientistas de todo o mundo estão, neste momento, realizando um esforço colaborativo contra a doença.
A entrevista de Ester Sabino integra a série multimídia As Respostas da Ciência, que vai ao ar todas as terças e quintas-feiras no programa Gaúcha+, na Rádio Gaúcha, e, às quartas e sextas-feiras, em GaúchaZH. Na série, cientistas descrevem suas descobertas na busca por cura e prevenção do vírus que provocou a atual pandemia.
Biomédica Jaqueline de Jesus ainda fala das mutações do causador da Covid-19 e da falta de apoio à Ciência.
Stevens Standke 27.04.20
Pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade de São Paulo (USP), pós-doutoranda dessa instituição pública de ensino e bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a biomédica Jaqueline Goes de Jesus ganhou projeção nacional ao liderar, junto com a professora Ester Sabino, diretora do IMT, a equipe que sequenciou o genoma do coronavírus no Brasil, no tempo recorde de 48 horas – enquanto, ao redor do mundo, os cientistas costumam demorar, em média, duas semanas.
Na entrevista a seguir, a baiana de 30 anos explica como isso foi possível, faz importantes observações sobre o coronavírus e chama atenção para o descaso e para a falta de incentivo que a maioria dos pesquisadores enfrenta diariamente no país.
A iniciativa é fruto de parceria com a Prefeitura do município e, segundo Cassia Mendes Correa, até o momento, já foram realizados 200 testes na cidade – cerca de 10% deram positivo para a doença.
Jaqueline Góes participa de debate online no Instagram da UNINASSAU
Assessoria de Comunicação Por: Paulo Feijó 14/04/2020 – 18:28
O Brasil esteve nas principais manchetes do mundo no início do ano por se tornar o país onde se obteve mais rapidamente o sequenciamento do genoma do novo coronavírus. A descoberta foi feita por uma equipe do Instituto Medicina Tropical, de São Paulo, e a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife receberá a coordenadora da equipe de cientistas, Jaqueline Goes, para um debate on-line.
A pesquisadora participa, nesta quarta-feira (15), de uma Live junto com o professor e coordenador de pesquisa e extensão da UNINASSAU Recife, Thiago Araújo. A palestra, que irá abordar a “Análise Genômica do novo Coronavírus”, tem como objetivo destacar a importância da descoberta brasileira e como ela pode ajudar na busca por um tratamento eficaz da doença.
“Ficamos honrados em bater um papo, aberto ao público, com uma cientista como a Jaqueline. Será uma grande oportunidade para que possamos aprender um pouco mais sobre o vírus e sobre as pesquisas desenvolvidas não só para o novo coronavírus, mas também para diversas outras doenças”, explica, Thiago Araújo.
A Live será aberta ao público. Para acompanhar, os interessados podem acessar o perfil oficial da UNINASSAU (@uninassau) no Instagram, a partir das 21h.
Sobre Jaqueline Góes: Pesquisadora formada em Biomedicina pela Escola Bahiana de Medicina, mestre em Biotecnologia em Saúde pelo Instituto Gonçalo Moniz, da Fiocruz, e doutora em Patologia Humana e Experimental pela Universidade Federal da Bahia, Jaqueline coordenou a equipe que sequenciou o genoma do Coronavírus COVID-19 no primeiro caso detectado no Brasil. A descoberta colocou o país em destaque, por ter acontecido em apenas 48 horas, já que pesquisas como esta costumam durar cerca de 15 dias.
Entrevista da Dra. Lúcia Maria Almeida Braz, pesquisadora do Laboratório de Soroepidemiologia do IMT ao programa Stereo Falante na plataforma Deezer, no dia 19/03/2020, sobre a situação das mulheres pesquisadoras no Brasil.
Em estratégia de contenção da transmissão do coronavírus, a Prefeitura de São Caetano do Sul inicia nesta segunda-feira (6/4) o programa de testagem domiciliar, aberto exclusivamente aos moradores com sintomas de gripe (febre, tosse, coriza, etc).
A iniciativa é uma parceria com o curso de Medicina da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e com o Instituto de Medicina Tropical da USP (Universidade de São Paulo) – a General Motors do Brasil emprestou 18 carros para a Prefeitura utilizar no programa.
Antes de receber o kit para a auto coleta em casa, o morador deverá registrar os seus dados pessoais e informar os sintomas a qualquer hora no hotsite coronasaocaetano.org ou pelo Disque Coronavírus (0800 774 4002), que funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h.
O Laboratório de Bacteriologia do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP recebeu o programa Bem Estar da Rede Globo, para demonstração de utilização de técnicas laboratoriais para desinfectar e reutilizar o material de uso dos pesquisadores, como máscaras de proteção facial, N95 e cirúrgicas, para essa escassez de equipamentos e insumos hospitalares.
Veja o vídeo:
A Itália foi a principal origem dos primeiros viajantes infectados pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2, que chegaram ao Brasil entre fevereiro e o início de março deste ano – período que marca o começo da epidemia de COVID-19 no país. A constatação foi feita por pesquisadores brasileiros, em colaboração com colegas do Reino Unido, Canadá e Estados Unidos.
“Ao contrário da China e de outros países, onde o surto de COVID-19 começou devagar, com um número pequeno de casos inicialmente, no Brasil mais de 300 pessoas começaram a epidemia, em sua maioria vindas da Itália. Isso resultou em uma disseminação muito rápida do vírus”, Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e uma das autoras do estudo.
O grupo também elaborará propostas que serão apresentadas à Secretaria Estadual da Saúde
Por Erika Yamamoto
A USP criou um grupo de trabalho para sistematizar as diversas ações e pesquisas desenvolvidas pela Universidade para entender e combater o coronavírus (covid-19).
Coordenado pelo professor Esper Georges Kallas (Faculdade de Medicina), o grupo é composto dos professores Anna Sara Shafferman Levin (FM), Eurico de Arruda Neto (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), Marcos Silveira Buckeridge (Instituto de Biociências), Luís Carlos de Souza Ferreira (Instituto de Ciências Biomédicas), Ester Cerdeira Sabino (FM) e Benedito Antonio Lopes da Fonseca (FMRP).
Uma análise preliminar da sequência já está disponível online, enquanto outros países levam em média 15 dias para isso. O dados mostram que a cepa encontrada no país se aproxima de patógeno transmitido na Alemanha.
Por Karina Toledo / Agência FAPESP
Apenas dois dias após o primeiro caso de coronavírus da América Latina ter sido confirmado na capital paulista, pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz e das universidades de São Paulo (USP) e de Oxford (Reino Unido) publicaram a sequência completa do genoma viral, que recebeu o nome de SARS-CoV-2.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28/02) no site Virological.org, um fórum de discussão e compartilhamento de dados entre virologistas, epidemiologistas e especialistas em saúde pública. Além de ajudar a entender como o vírus está se dispersando pelo mundo, esse tipo de informação é útil para o desenvolvimento de vacinas e testes diagnósticos.
“Ao sequenciar o genoma do vírus, ficamos mais perto de saber a origem da epidemia. Sabemos que o único caso confirmado no Brasil veio da Itália, contudo, os italianos ainda não sabem a origem do surto na região da Lombardia, pois ainda não fizeram o sequenciamento de suas amostras. Não têm ideia de quem é o paciente zero e não sabem se ele veio diretamente da China ou passou por outro país antes”, disse Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP.
Ester Cerdeira Sabino (à esq.) e Jaqueline Goes de Jesus fazem parte da equipe que fez o sequenciamento do sequenciamento do genoma do novo coronavírus, que teve casos confirmados no Brasil em fevereiro (Foto: USP Imagens; Currículo Lattes)
Equipe conseguiu divulgar sequência completa do genoma viral apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso da doença no Brasil; estudo ajudará no desenvolvimento de vacinas
Redação Galileu01 Mar 2020 – 11h10 Atualizado em 01 Mar 2020 – 17h38
Duas cientistas brasileiras tiveram papel essencial no sequenciamento do novo coronavírus, que teve primeiro caso na América Latina confirmado em 26 de fevereiro. Publicado em uma rapidez surpreendente – apenas dois dias após a verificação do primeiro paciente com a doença no Brasil –, o estudo que elas conduziram ao lado de outros pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz (IAL), da Universidade de Oxford e do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) ajudará epidemiologistas, virologistas e especialistas em saúde pública a desenvolverem vacinas e testes diagnósticos.
Uma das pesquisadoras envolvidas no estudo é Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP e coordenadora do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), que é apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp) e pelos britânicos Medical Research Council e Fundo Newton. A intenção do CADDE é reunir cientistas para realizar estudos em tempo real de epidemias de arboviroses, como é o caso da zika e da dengue. “A proposta é realmente ajudar os serviços de saúde e não apenas publicar as informações meses depois que o problema ocorreu”, explicou Sabino à Agência FAPESP.
Veja mais em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/03/brasileiras-que-lideraram-o-sequenciamento-do-novo-coronavirus.html
Claudia Gonçalves, Jaqueline Goes e Claudio Sacchi, parte da equipe brasileira que conseguiu sequenciar genoma de coronavírus em aproximadamente 48 horas após confirmação de diagnóstico
Os bastidores e resultados da corrida de cientistas brasileiros para sequenciar coronavírus em tempo recorde - Mariana Alvim - @marianaalvim Da BBC News Brasil em São Paulo
Na terça-feira de carnaval, enquanto foliões pulavam pelas ruas e músicos esquentavam a percussão por todo o país, um grupo de cientistas brasileiros se apressou para um outro tipo de agito.
Diante da notícia de que um caso suspeito de infecção por coronavírus em solo brasileiro poderia ser confirmado em breve, pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz (IAL) e do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP), ambas instituições públicas sediadas em São Paulo, correram contra o tempo para preparar equipamentos e laboratório com o objetivo de sequenciar o genoma do vírus coletado em paciente internado na capital paulista. O diagnóstico do homem de 61 anos foi confirmado na quarta-feira (26).
25 perguntas e respostas para entender tudo que importa sobre o novo coronavírus
Além do medo, Itália enfrenta uso político do coronavírus
“Em média, os países estão conseguindo fazer o sequenciamento em 15 dias. Queríamos fazer em 24 horas, bater o recorde, mas não funcionou tudo (no processo). Fizemos em 48 horas, como o Instituto Pasteur (na França)”, contou à BBC News Brasil Ester Cerdeira Sabino, pesquisadora e professora do IMT-USP.
“Nas epidemias anteriores, como da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) ou da Respiratória do Oriente Médio (Mers), você até sequenciava (o vírus), mas só tinha o dado alguns meses depois. Hoje, estamos conseguindo fazer o sequenciamento em tempo real, enquanto a epidemia acontece”, aponta, atribuindo a rapidez a um barateamento e maior conhecimento das técnicas.
O Instituto Adolfo Lutz, em conjunto com o Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e com a Universidade de Oxford, completou hoje o sequenciamento do primeiro caso de coronavírus da América Latina, apenas 2 dias após o caso ter sido confirmado. Os pesquisadores fazem parte do projeto CADDE, que tem apoio da FAPESP e do Medical Research Council (MRC) do Reino Unido, e desenvolve novas técnicas para monitorar epidemias em tempo real.
Os dados de genomas completos do SARS-CoV-2 dos casos de COVID-19 são essenciais para o desenvolvimento de vacinas e de testes diagnósticos. Esses dados são importantes para a compreensão da dispersão do vírus e para detectar mutações que possam alterar a evolução da doença.
O primeiro caso de COVID-19 no Brasil (BR1) teve diagnóstico molecular confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz no dia 26 de fevereiro de 2020. O caso refere-se a um paciente infectado com o vírus durante uma visita à região de Lombardia, no norte da Itália, entre os dias 9 e 21 deste mês. O genoma completo do vírus foi disponibilizado à comunidade científica no dia 28 de fevereiro de 2020.
Uma análise preliminar da nova sequência, em conjunto com dados disponibilizados por outros pesquisadores, encontra-se disponível no Virological.org, um fórum de discussão para virologistas, epidemiologistas e especialistas em saúde publica: http://virological.org/t/first-report-of-covid-19-in-south-america/409
A figura abaixo mostra o número oficial de casos de COVID-19 confirmados na Itália pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e mostra a rapidez da resposta do grupo de pesquisa brasileiro. Grupos internacionais têm demorado em média 15 dias para gerar e submeter as suas sequências relativas a casos de COVID-19, o que destaca a relevância científica da pesquisa brasileira.
Começa nesta sexta-feira o feriadão do Carnaval, a maior festa popular do mundo, e a grande aglomeração de pessoas pelo país levanta a discussão sobre possível proliferação do coronavírus com a chegada de turistas estrangeiros, vindos de todos os continentes.
Rio de Janeiro, Recife e São Paulo já preparam planos de contingência para o Carnaval 2020, em virtude da ameaça do coronavírus. No entanto, as cidades brasileiras estão preparadas para enfrentar o vírus no período carnavalesco? Que cuidados devem ser tomados?
Segundo Ester Sabino, infectologista e professora da Faculdade de Medicina da USP, o “Carnaval realmente aumenta muito o risco de infecção.
Veja mais em: https://br.sputniknews.com/opiniao/2020022115243500-muito-cuidado-neste-carnaval-coronavirus-pode-se-espalhar-especialista/
Parceria colabora para estudos sequenciais do vírus Covid-19 e desenvolvimento de testes para diagnóstico
A epidemia do coronavírus, recentemente nomeado de Covid-19, tem colocado todo o planeta em estado de alerta. Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da USP, explica a complexidade da doença e como o IMT tem colaborado com o Instituto Adolfo Lutz nas pesquisas, nos diagnósticos e no combate ao vírus, que pode ter característica assintomática e alta capacidade de disseminação.
Segundo o governo chinês, já são 2 mil mortes por coronavírus e 74 mil contaminados. O vírus já se proliferou em 30 países, inclusive com mortes confirmadas na França, Japão e Filipinas. No Brasil, há agora cinco casos suspeitos. O Laboratório Estratégico e do Centro de Virologia, com auxílio do Instituto Adolfo Lutz e o IMT ,divulgou os primeiros 24 exames de suspeitos de contaminação no País, no entanto, todos deram resultado negativo.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/instituto-de-medicina-tropical-auxilia-adolfo-lutz-no-diagnostico-do-coronavirus/
Celso Granato afirma que acreditar em boatos pode levar a tratamentos sem nenhuma eficácia, fazendo pessoas abandonarem medidas simples
Desde que iniciada a epidemia do novo coronavírus, nomeado de Covid-19, muitas fake news estão surgindo, principalmente nas redes sociais. Os boatos se espalham e causam pânico entre as pessoas, mesmo que os esforços governamentais no Exterior e no Brasil sejam de cautela para qualquer sinal de infectados. O Jornal da USP no Ar conversou com Celso Granato, pesquisador associado do Laboratório de Virologia do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, que alerta sobre o perigo dessa desinformação sobre doenças.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/espalhar-fake-news-sobre-novo-coronavirus-deveria-ser-considerado-crime/
O surto na China do novo coronavírus (2019-nCoV) tem sido detectado exponencialmente e, até o momento, foram confirmados mais de 30.000 casos no mundo todo. Trata-se de um vírus respiratório de origem zoonótica que, em humanos, provoca sinais de resfriado, podendo evoluir, em cerca de 3 a 5% dos casos, para uma síndrome respiratória aguda grave.
Até o momento foram computados 638 casos fatais, sendo apenas um fora da China. Casos importados da China já foram identificados em 30 países e territórios, em 4 continentes e 12 países já reportaram transmissão interna.
O Instituto Adolfo Lutz, através do Laboratório Estratégico e do Centro de Virologia, com o auxílio do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, liberou os primeiros 24 resultados no país (todos negativos) para amostras de pacientes com suspeita de infecção pelo 2019-nCoV.
A identificação do novo coronavírus é realizada pela técnica de PCR em Tempo Real, segundo protocolo recomendado pela Organização Mundial de Saúde, após a pesquisa por outros vírus respiratórios que podem causar sintomas parecidos.
Com o diagnóstico implantado no Instituto Adolfo Lutz, é possível identificar rapidamente a entrada do agente no país, no intuito de que sejam tomadas decisões para contenção do avanço da doença no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde, assim como pelo Governo Federal.
Contato: diretoria_geral@ial.sp.gov.br – (11) 3068-2802
O estudo é fruto do projeto Cadde e envolve o Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP e a Universidade de Oxford
O projeto Cadde ( Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus), fruto de parceria da USP com a Universidade de Oxford, tem o objetivo de desenvolver metodologias para antecipar e combater epidemias de arbovírus, particularmente em regiões grandes e muito povoadas. Os arbovírus são vírus transmitidos por artrópodes como os insetos. Os estudos são extremamente importantes, pois buscam pesquisar em detalhes os vetores que causam doenças como dengue, febre amarela, zika vírus e chikungunya – no caso, os mosquitos.
“São várias famílias diferentes dos vírus. Febre amarela, dengue, chikungunya e vírus da zika: existem mais de 200 arbovírus descritos e em torno de 40 que causam doenças em humanos”, revela Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) e coordenadora do Cadde em entrevista ao Jornal da USP no Ar.
“Nós estamos focados principalmente em febre amarela, dengue, chikungunya e zika. Por exemplo, nós vivemos nos últimos dois anos grandes epidemias de febre amarela e é importante entendermos como que o vírus está evoluindo, se está saindo da área urbana, se ele vai permanecer nas florestas da região Sudeste ou se vamos ficar um bom tempo sem ver o vírus até que ele venha novamente da região amazônica”, explica.
Utilizando uma tecnologia em desenvolvimento chamada de metagenoma, a amostra é totalmente sequenciada e se busca novos agentes. Foi exatamente essa a tecnologia utilizada na descoberta do arenavírus nesta semana, o primeiro caso em 20 anos. Inicialmente, a suspeita era de febre amarela. “O paciente [que veio a óbito] chegou no Hospital das Clínicas com quadro muito parecido com febre amarela, mas os exames diziam que ele não estava com a doença. Essa amostra entrou para um grupo que estuda hepatite e foram os primeiros a detectar o vírus no Albert Einstein e, três dias depois, a gente já tinha os dados de seu sequenciamento.”
Recentemente, surgiu a preocupação de uma epidemia do coronavírus na Ásia, mais especificamente na China, onde já chegou a 17 o número de mortos pela doença. Na terça-feira (21), veio a confirmação do primeiro caso nos EUA, após desembarque de um passageiro chinês que segue mantido em isolamento em um hospital de Seattle. A pesquisadora explica que o projeto Cadde possui tecnologia para ser usada em qualquer outro agente, inclusive o coronavírus, apesar de não ser o foco do estudo.
Leia matéria completa em: https://jornal.usp.br/universidade/usp-estuda-vetores-que-causam-doencas-tropicais/
Entrevista da Prof. Dra. Ester Sabino para a REDETV NEWS em 30/01/2020.
Veja o vídeo em: https://youtu.be/4b-NzfzYpMg
Entrevista do Prof. Dr. Celso Granato a TV Canção Nova.
Veja o vídeo em: https://youtu.be/IXeIrIfy8bc
Leia matéria completa em:
Por Erika Yamamoto
Um grande evento realizado no dia 3 de dezembro, no Teatro da Faculdade de Medicina (FM), celebrou os 60 anos do Instituto de Medicina Tropical (IMT).
“Estamos comemorando seis décadas de uma iniciativa fantástica dos nossos antecessores que tiveram, ainda na década de 1950, a ideia de criar um centro multidisciplinar para estudar doenças tropicais. Nós somos uma universidade brasileira, mantida pelos contribuintes paulistas, por isso é nossa obrigação atender às demandas da sociedade, desenvolver uma pesquisa voltada para resolver os problemas do nosso País”, afirmou o reitor Vahan Agopyan na abertura do evento.
A celebração acontece no momento em que o IMT e a FM reorganizam suas estruturas para a criação de Centros Integrados de Atividades Acadêmicas, espaços diferenciados que deverão figurar no novo Regimento Interno da Faculdade de Medicina, em fase de construção.
“Em 2019, a FM está recebendo de volta o IMT, em um movimento de reorganização do trabalho de pesquisa, capitaneado, entre outros, pelos professores Guido Cerri e Marcos Boulos. Para além de celebrar os 60 anos, devemos pensar nas proposições de ensino, pesquisa e extensão que queremos para os próximos 60 anos”, ressaltou o vice-diretor da faculdade, Roger Chammas.
A diretora do IMT, Ester Cerdeira Sabino, falou sobre a história do instituto e o atual momento de transição. “É hora de pensarmos como a Universidade, em especial de que forma o IMT e a FM, pode se relacionar mais com os institutos de saúde da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e também com outras instâncias. Precisamos dinamizar e diversificar as parcerias e produzir pesquisas de maior impacto. As crises devem ser aproveitadas para repensarmos as estruturas. E se há algo que deva ser ressaltado é que o instituto e suas pesquisas têm grande impacto no exterior, até mais do que aqui no Brasil”, ressaltou Ester.
Em seguida, o professor do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias, Aluisio Augusto Cotrim Segurado, falou sobre as perspectivas do IMT como centro especializado da Faculdade de Medicina, e a editora-chefe da Revista do Instituto de Medicina Tropical, Thelma Suely Okay, apresentou momentos marcantes da história da revista e sua atual busca por intensificação de parcerias em âmbito internacional.
Os pesquisadores e ex-diretores do instituto Carlos da Silva Lacaz, Luís Rey e Thales de Brito foram homenageados pelo protagonismo na história do IMT e pela vanguarda na pesquisa interdisciplinar em medicina tropical.
O evento ainda contou com palestras de diversos cientistas brasileiros e estrangeiros, entre eles os professores da Universidade de Birmingham (Reino Unido) Andrew Rambaut e Nicholas J. Loman; da professora da Faculdade de Saúde Pública, Maria Anice Sallum; dos professores da Faculdade de Medicina, Valéria Aoki e Esper Kallás; da diretora do IMT-RN, Selma Maria Bezerra Jeronimo; e da professora do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da USP (Cietec), Leila Maria Lopes Bezerra.
Vinculado originalmente à Faculdade de Medicina, o Instituto de Medicina Tropical foi criado em 1959, com o objetivo de desenvolver pesquisas relacionadas às doenças tropicais e à saúde global, contribuindo para a criação de novos métodos diagnósticos, medicamentos ou vacinas, bem como na reformulação de políticas públicas voltadas para essas doenças.
Em 2000, o instituto ganhou autonomia administrativa e tornou-se uma unidade especializada da USP, permanecendo assim por duas décadas. Em junho de 2019, o Conselho Universitário aprovou a transformação do IMT novamente em um centro especializado ligado à Faculdade de Medicina.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/institucional/imt-completa-60-anos-dedicados-ao-estudo-das-doencas-tropicais/
O Instituto de Medicina Tropical cumpre um papel fundamental ao estudar uma área negligenciada, não estudada nos países mais avançados (Europa e EUA)
Seguindo com o Especial sobre a contribuição da Medicina USP para a sociedade, o Jornal da USP no Ar apresenta o Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Para isso, o jornal conversou com a diretora do IMT, Ester Sabino, professora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FM.
A diretora do instituto esclarece que o IMT cumpre um papel fundamental ao estudar uma área negligenciada: as doenças tropicais. A professora explica que os países europeus, assim como os Estados Unidos, não são acometidos por grande parte das doenças tropicais. Com isso, não há necessidade desses países – que abrigam os principais centros de pesquisa do mundo – realizarem estudos sobre enfermidades tropicais. Desse modo, o Brasil acaba tomando “uma posição de liderança na pesquisa de doenças tropicais, como a doença de Chagas”, relata Ester.
O Instituto de Medicina Tropical é o único centro de pesquisa com esse foco no Estado de São Paulo, possuindo uma parceira importante com a Secretaria da Saúde de São Paulo. Além disso, há estudos sendo desenvolvidos com diversas unidades da Universidade, como o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), a Faculdade de Saúde Pública (FSP), a Escola de Enfermagem (EE), a Faculdade de Odontologia (FO), a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), entre outras.
Recentemente, o IMT foi protagonista nos estudos sobre o zika vírus, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Outra pesquisa importante é sobre a febre amarela, na qual foi realizada a patogênese da doença, além da investigação de possíveis drogas para o tratamento. O instituto comemora 60 anos de existência e será realizado um evento no dia 3 de dezembro, das 8h às 17h30, no Teatro da Faculdade de Medicina.
Ouça a entrevista, na íntegra, no link abaixo: https://jornal.usp.br/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/instituto-de-medicina-tropical-faz-pesquisa-sobre-doencas-negligenciadas/
Belo Horizonte (MG) sediou, em 31/07, o maior evento médico-científico de sua história: o MEDTROP-PARASITO 2019. Durante quatro dias de evento, a capital mineira deve acolher cerca de 3 mil pessoas, entre profissionais e estudantes de instituições brasileiras e internacionais, das áreas de infectologia, epidemiologia, farmácia, biomedicina, biologia, laboratórios clínicos, vigilância epidemiológica, gestão e políticas de saúde. Foram homenageados os doutores Edward Felix Silva, Alejandro Luquetti e Paulo Marcos Zech Coelho e a Doutora Hiro Goto pela Pesquisa Aplicada em Doença de Chagas e Leishmaniose. Os doutores Luiz Fernando Ferreira e Vicente Amato Neto, falecidos em 2018, foram lembrados In Memoriam.
SURTO EM SÃO PAULO CHAMA A ATENÇÃO PARA A IMPORTÂNCIA DE MANTER BOA COBERTURA VACINAL, MOSTRA ESPECIALISTA
A cobertura da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola, ou tríplice viral (SCR), caiu significativamente no Brasil e no estado de São Paulo nos últimos anos e esta pode ser uma das razões do atual surto de sarampo na capital e no estado, cujos primeiros casos apareceram em março deste ano. O sorotipo circulante entre os paulistas é o D8, prevalente em países da Europa. Por isso, é mais provável que o vírus do sarampo tenha sido reintroduzido em São Paulo a partir de casos provenientes daqueles países e menos provável que esteja relacionado aos casos importados da Venezuela, que levaram a um surto nos estados do Amazonas e Roraima no ano passado”, segundo a professora Marta Heloisa Lopes, do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, responsável pelo Centro de Imunizações do HCFMUSP e chefe do Laboratório de Investigação Médica de Imunologia (LIM 48).
A docente proferiu a palestra “Sarampo – Atualizações” no dia 9 de agosto para um público de profissionais, pesquisadores e estudantes que lotou o anfiteatro Mario Camargo do Instituto de Medicina Tropical da FMUSP.
Veja a matéria em: http://www.fm.usp.br/fmusp/noticias/surto-em-sao-paulo-chama-a-atencao-para-a-importancia-de-manter-boa-cobertura-vacinal-mostra-especialista
Cientistas brasileiros descobriram que uma planta da Mata Atlântica pode curar a leishmaniose e a doença de chagas, que atingem, principalmente, o Norte e Nordeste do país. Os resultados da pesquisa foram publicados em revistas científicas internacionais. As duas doenças podem matar e são consideradas negligenciadas, por atingirem pessoas mais pobres, e receberem poucos investimentos em pesquisa e produção de remédios.
Participação na matéria do Prof. Dr.José Angelo Lauletta Lindoso, do Laboratório de Soroepidemiologia do IMT.
Veja a reportagem em: https://www.youtube.com/watch?v=JYFbDQpC4Xg / http://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2019/08/planta-da-mata-atlantica-pode-curar-leishmaniose-e-doenca-de-chagas
Esses marcadores acabam de ser identificados e descritos em artigo na revista The Lancet Infectious Diseases.
Assinam o artigo Kallás e outros 19 pesquisadores ligados à FMUSP, ao Instituto de Medicina Tropical (IMT) da FMUSP, ao Instituto de Infectologia Emílio Ribas e ao laboratório Diagnósticos da América (Dasa).
O trabalho teve apoio da FAPESP por meio de projeto de pesquisa coordenado pela professora Ester Sabino, diretora do IMT e professora no Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP.
Veja a matéria completa em: http://agencia.fapesp.br/risco-de-morte-por-febre-amarela-pode-ser-identificado-mais-cedo/31071/
Matéria relacionada em: https://exame.abril.com.br/ciencia/risco-de-morte-por-febre-amarela-agora-pode-ser-identificado-mais-cedo/
Promotora do Expresso, a Fiocruz é referência internacional em estudos sobre os barbeiros transmissores da doença de Chagas (Divulgação)
Tudo o que você precisa sobre a Doença de Chagas da maneira mais didática e lúdica possível, com dicas sobre prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e qualidade de vida. Esta será uma das atrações especiais logo no primeiro dia do quarto Festival de Inverno, em Grão Mogol, com a chegada do “Expresso Chagas”, projeto gratuito que tem a Universidade Estadual de Montes Claros como parceira da Fiocruz Rio, Associação Rio Chagas, UFMG e Fiocruz Minas – que são as promotoras da iniciativa.
Veja a matéria completa em: http://unimontes.br/expresso-e-atracao-no-festival-de-inverno-uma-maneira-didatica-de-abordar-a-doenca-de-chagas/
Outras matérias relacionadas:
https://m.youtube.com/watch?v=qK1WVAR5Kzs
http://g1.globo.com/mg/grande-minas/mgintertv-2edicao/videos/v/expresso-chagas-busca-conscientizar-populacao-sobre-a-doenca-de-chagas/7790672/
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2972462869493981&id=100001908903659
http://unimontes.br/expresso-chagas-21-projeto-supera-os-dois-mil-participantes-nos-roteiros-iniciais-pelo-norte-de-minas/
Estudo sobre vírus transmitidos por insetos é feito pela USP junto a outras instituições britânicas e brasileiras.
Ciente da dimensão dos problemas causados pelos surtos de vírus transmitidos por insetos no Brasil desde meados de 2012 , a USP, junto à Universidade de Oxford, vem desenvolvendo um projeto para traçar a biografia desses vírus. A pesquisadora Ester Sabino é uma das coordenadoras do projeto e contou ao Jornal da USP no Ar que, durante a epidemia do vírus zika, as instituições desenvolveram, em colaboração com o Ministério da Saúde, o projeto ZIBRA (Zika in Brazil Real Time Analisys). Nele, sequenciaram em tempo real o vírus em várias regiões do País para entender quando ele tinha entrada na população e como havia se espalhado.
Agora, em iniciativa que reúne três instituições britânicas e quatro brasileiras, eles pretendem dar um passo adiante. O escopo da pesquisa será aumentado, sequenciando um número maior de amostras de vírus, na tentativa de fazer um cruzamento com dados epidemiológicos. “Ao juntar o sequenciamento com dados epidemiológicos, talvez com o tempo será possível gerar modelos de previsão e assim descobrir onde e quando ocorrerão os surtos”, explica Ester.
Veja a entrevista em: https://jornal.usp.br/atualidades/pesquisa-procura-entender-como-os-arbovirus-se-espalham-no-brasil/
Extreme weather patterns fuel 600% jump in cases of potentially deadly disease
Veja a matéria completa em: https://www.ft.com/content/e5606a2c-9c0a-11e9-9c06-a4640c9feebb
Epidemiologista português vinculado à universidade europeia, Nuno Faria vem ao Brasil participar de programa para mapear vírus transmitidos por insetos.
Veja a matéria completa em: https://epoca.globo.com/novo-surto-de-febre-amarela-vira-em-cinco-anos-diz-pesquisador-de-oxford-23763088
Pesquisadores da USP trabalham com comunidades rurais do Vale do Ribeira, fortemente afetadas no começo do ano
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/estudo-busca-semelhanca-no-dna-de-pacientes-graves-de-febre-amarela/
O cientista Nuno Faria, uma referência em dengue, febre amarela e afins, revela as técnicas modernas que ajudam a antever epidemias e até a contê-las.
Os mosquitos que transmitem vírus são parte central da luta contra essas infecções.
A iniciativa reúne três instituições britânicas e quatro brasileiras. Ela será coordenada pela pesquisadora Ester Sabino e terá sede no Instituto de Medicina Tropical da USP – e conta com um investimento de 4 milhões de reais da Fapesp, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, e de mais 1 milhão de libras esterlinas vindas do Reino Unido.
Confira agora a entrevista que SAÚDE fez com Nuno Faria sobre como a ciência moderna, aliada a medidas de saúde pública, tem potencial para reduzir o impacto de dengue, zika, chikungunya, febre amarela e afins: https://www.google.com.br/amp/s/saude.abril.com.br/medicina/entrevista-como-entender-o-passado-dos-virus-para-impedir-novos-surtos/amp/
Técnica chamada metagenômica permite a cientista explorar a biodiversidade viral
Você já parou para pensar no que acontece com as amostras de sangue e fezes depois que os exames são realizados? E com os mosquitos transmissores de doenças que são capturados e levados para serem analisados? Um pesquisador do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMTSP) da USP rodou o Brasil atrás de amostras que seriam descartadas pelos laboratórios, com o objetivo de estudá-las para descobrir novos vírus. Usando uma metodologia chamada metagenômica, o bioquímico Antonio Charlys da Costa e sua rede de colaboradores e supervisores conseguiram identificar uma variação recombinante de rotavírus, um vírus de planta em uma amostra humana e um vírus geralmente encontrado em porcos na China que estava em uma criança brasileira, só para citar alguns resultados da pesquisa.
Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-biologicas/amostra-que-seria-descartada-abre-janela-para-conhecer-novos-virus/
Especialista lembra que campanha de imunização reduziu em mais de 50% a incidência dos casos mais graves
O Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP faz um alerta sobre as meningites, devido à aproximação do período de inverno, que sempre mobiliza as autoridades da área da saúde. A doença consiste na inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal e é causada por agentes infecciosos como fungos, bactérias, vírus e parasitas. Também podem ocorrer por processos não infecciosos. O Jornal da USP no Ar conversou com o doutor Expedito Luna, professor do Laboratório de Epidemiologia do IMT da USP sobre as meningites e sua importância do ponto de vista da saúde pública.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/meningite-deve-ser-evitada-com-vacina-logo-apos-nascimento/
Apesar das dificuldades de um hospital público, Hospital da Clínicas tem taxas próximas a hospitais americanos
Um vídeo que concorre ao Prêmio Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi criado pelo Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, para tratar do controle das infecções hospitalares. Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras) são definidas como infecções adquiridas durante o processo de cuidado em um hospital ou outra unidade prestadora de assistência à saúde, que não estavam presentes ou em incubação na admissão do paciente. Com um protocolo de medidas de higiene hospitalar foi possível uma redução significativa dessas infecções. O Jornal da USP no Ar conversou com a doutora Silvia Figueiredo Costa, do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do HC, sobre o processo contínuo que o hospital vem tomando para reduzir as Iras.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/hospital-das-clinicas-controla-infeccoes-relacionadas-a-assistencia-a-saude/
Segundo os especialistas consultados pelo Ciência USP, falhas nos serviços e maior volume de migrações e viagens internacionais contribuem. Assim como o fato de que menos pais e mães estão levando seus filhos para serem vacinados.
“A gente não pode desconsiderar o efeito dos movimentos e dos ativistas contra as vacinas que, a partir da ampliação da abrangência da internet, ganharam mais espaço e então também contribuem para essas quedas das coberturas vacinais”, diz o médico epidemiologista Expedito Luna, professor do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMTSP) da USP.
O podcast desta quinzena conta como decisões de governo podem levar a surtos da doença e por que o movimento antivacina promove um cálculo equivocado sobre os eventuais riscos da nossa principal ferramenta de combate ao sarampo.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/podcast/ciencia-usp-10-a-volta-do-sarampo/
O número de casos de dengue no País cresceu 264% em 2019, de acordo com o Ministério da Saúde. Os óbitos pela doença também aumentaram 67%, entre 30 de dezembro e 16 de março de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018. A maior concentração ocorre no Estado de São Paulo, onde houve mais de 30 mortes pela doença.
Para o professor Expedito Luna, do Instituto de Medicina Tropical da USP, o aumento está intrinsecamente relacionado com o fato de existirem quatro tipos de vírus da dengue, o que gera a possibilidade de uma mesma pessoa contrair a doença quatro vezes. “Em 2015 e 2016, havia a predominância do Tipo 1, e agora a gente tem um aumento pelo Tipo 2, que não circulava na região Sudeste há mais de dez anos”, explicou o professor.
Veja mais em: https://jornal.usp.br/atualidades/tipo-de-virus-diferente-e-responsavel-pelo-aumento-nos-casos-de-dengue/?amp
Desde o final de 2016, quando teve início a atual epidemia de febre amarela no Brasil, a maior em décadas, já foram confirmados 2.245 casos da doença, com 764 mortes, indica o Ministério da Saúde. Mas a epidemia possui uma outra face, silenciosa, porém não menos dramática. Trata-se da tragédia que assola os macacos, infectados pelas picadas dos mesmos mosquitos transmissores do vírus da doença. Desde o final de 2016, a vigilância epidemiológica dos estados do centro-sul do País ‒ onde se concentra a epidemia ‒ coletaram os carcaças de mais de 10 mil macacos achados em florestas e parques, entre bugios (ou guaribas), macacos-prego e diversas espécies de saguis. O vírus da febre amarela foi encontrado em 3.403 deles.
“Acredita-se que mais de 90% dos macacos mortos são bugios. A espécie é extremamente suscetível à febre amarela,” afirma a Dra. Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT-USP).
Veja a matéria completa em: https://www.oeco.org.br/reportagens/a-face-oculta-da-febre-amarela/
Principal descoberta até o momento foi a eficiência de um fármaco antes rejeitado pelos médicos, o benzonidazol.
Em parceria com três faculdades do Estado de Minas Gerais, a USP participa do projeto Sami-Trop, um programa de pesquisas sobre medicina tropical no eixo São Paulo e Minas Gerais. A coordenadora do projeto, professora Ester Sabino, fala sobre os principais objetivos e descobertas do Sami-Trop.
Veja a entrevista completa em: https://jornal.usp.br/atualidades/usp-participa-de-projeto-conjunto-de-pesquisas-sobre-doenca-de-chagas/
O Prof. Expedito Luna concedeu entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Cultura, falando sobre proposta do Ministério da Saúde em solicitar carteira de vacinação na hora da contratação em empresas. Porém, alerta que essa proposta é válida, mas insuficiente, porque muita gente está desempregada ou no mercado informal, e poderá não ser atingida. Tirando como exemplo, o surto de sarampo no país, ele diz que a falta de vacinação passa por fake News contra a vacina, falta de recursos no SUS, falhas nas campanhas antigas e comunicação inadequada.
Veja a entrevista em: https://youtu.be/XVIkEkCG3GY
O IMT, em parceria com UFMG, USP e Faculdade de Medicina, participa do projeto SaMI-Trop, que realiza pesquisa sobre Doença de Chagas na região do norte de Minas Gerais. No dia 09/03/2019 participou de um evento em Espinosa, MG, para coleta de dados que proporcionará a continuidade da pesquisa na região.
Participantes do projeto: data.ime.usp.br/samitrop/participants.jsp
Veja a reportagem sobre o evento em Espinosa: g1.globo.com/mg/grande-minas/mgintertv-1edicao/videos/t/edicoes/v/evento-vai-abordar-doenca-de-chagas-em-espinosa/7440249/
Acompanhe o projeto nas redes sociais: facebook.com/projetochagas/
Assim como o HIV, o HTLV é uma infecção sexualmente transmissível (IST) e seu contágio se dá pelo sangue infectado, podendo ser transmitido de mãe para filho. A infecção atinge 10 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, é considerada endêmica, atingindo principalmente os estados do Maranhão, Pará e Bahia. A mielopatia, doença nerológica que afeta o sistema locomotor, a leucemia de células T do adulto e a dermatite seborreica são algumas das principais complicações da infecção. Estudioso do tema há 30 anos, o professor Jorge Casseb, do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da FMUSP, alerta para a necessidade de políticas de saúde mais efetivas para a prevenção e conscientização sobre o vírus.
Veja a matéria completa em: http://fm.usp.br/fmusp/noticias/htlv-um-virus-negligenciado-merece-mais-atencao-das-autoridades-de-saude-diz-especialista-
O rotavírus equino-humano apareceu no país em 2015. Em 2017, já correspondia a 80% de todas as amostras positivas para rotavírus
Desde 2006, a atual geração de vacinas tem dado conta de prevenir a maior parte dos casos de rotavírus, que causa vômitos, cólicas, diarreia e é responsável por 40% das internações hospitalares de crianças no Brasil.
No entanto, um sinal amarelo foi aceso com a identificação de duas novas cepas no país, de acordo com um novo estudo.
Veja a matéria nos links abaixo!
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2019/02/duas-novas-cepas-de-rotavirus-circulam-no-pais-aponta-estudo.shtml
https://www.gazetaonline.com.br/noticias/brasil/2019/02/duas-novas-cepas-de-rotavirus-circulam-no-pais-aponta-estudo-1014166500.html
https://jornal.usp.br/atualidades/novas-cepas-de-rotavirus-estao-sendo-monitoradas/
Confira a entrevista do Prof. Dr. Expedito A. Luna, do laboratório de Epidemiologia do IMT, ao jornal e Rádio USP, no link: jornal.usp.br/atualidades/novos-casos-de-ebola-voltam-a-surgir-na-africa/
Antonio Charlys da Costa, pós-doutorando do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP, falou sobre o trabalho em buscar novos vírus. no link: jornal.usp.br/atualidades/descrever-novos-virus-aumenta-rede-de-vigilancia-de-novas-epidemias/
Confira a entrevista do Dr. Jorge Casseb, médico do Ambulatório de HTLV e professor associado do Instituto de Medicina Tropical da Universidade no link: jornal.usp.br/ciencias/ciencias-biologicas/pouco-conhecido-virus-da-familia-do-hiv-infecta-milhares-no-pais
O pesquisador do Hospital das Clínicas e do Instituto de Medicina Tropical da USP, João Nóbrega de Almeida Jr,concedeu entrevista a TV BRASIL – EBC: https://youtu.be/K-2IjFcaw7M